2015 Setembro | Luis Antonio 13



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Vereador - Luis Antônio
Acontecendo


Arquivo do mês: Setembro 2015

Comemora-se no dia 1º de outubro, o Dia Nacional e Internacional da Pessoa Idosa. Nesta oportunidade, cabe uma reflexão de todos, sobre o processo de envelhecimento da população brasileira. Como estão vivendo as pessoas idosas de hoje e como viverão as pessoas idosas de amanhã?

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O envelhecimento é um triunfo do desenvolvimento. O aumento da longevidade é uma das maiores conquistas da humanidade. As pessoas vivem mais em razão de melhorias na nutrição, nas condições sanitárias, nos avanços da medicina, nos cuidados com a saúde, no ensino e no bem-estar econômico. Mas, a população em envelhecimento também apresenta desafios sociais, econômicos e culturais para indivíduos, famílias, sociedades e para a comunidade global.

Um levantamento do Pew Research Center, dos Estados Unidos, com dados da Organização das Nações Unidas (ONU), mostra que, em 2050, o Brasil terá 22,5% de idosos. Estará, portanto, no nível em que se encontram Japão, Alemanha e Itália atualmente. O mais importante, porém, é a velocidade da transição brasileira. Entre os outros países, poucos vão mudar tão radicalmente.

O ministro da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Pepe Vargas afirmou no seminário internacional sobre Bom Trato à Pessoa Idosa que nos próximos 15 ou 20 anos a curva demográfica do Brasil se inverterá. “Teremos mais idosos do que jovens. Isso significa que temos que construir políticas públicas que terão impacto positivo na qualidade de vida da população idosa”, disse.

Atualmente, no mundo, existem 810 milhões de pessoas com mais de 60 anos, constituindo 11,5% da População global. Em 2050, há possibilidade de alcançar dois bilhões de pessoas, ou cerca 22,5% da população mundial. Os recém-nascidos terão a expectativa de viver até os 83 anos nas regiões desenvolvidas e 74 anos naquelas em desenvolvimento.

Até 2050, o número de pessoas acima de 65 anos será maior do que o de pessoas com menos de 15, nos países mais avançados. E tem mais! Hoje, a expectativa de vida nos países desenvolvidos é de mais ou menos 75 anos e será de mais ou menos 90 anos em 2050. Amparado pela maior expectativa de vida, o número de brasileiros acima de 65 anos deve praticamente quadruplicar até 2060, confirmando a tendência de envelhecimento acelerado da população já apontada por demógrafos.

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Tenho certeza que você já viu uma plaquinha no ônibus reservando alguns assentos para pessoas idosas. Já reparou nisso? Isso acontece para facilitar a vida das pessoas mais velhas.

Assim, o Dia Internacional e Nacional da Pessoa Idosa, presta homenagens e conscientiza a população sobre sua valorização, atenta para a necessidade de formular e concretizar estratégias, políticas e práticas em todos os setores e reivindica a plena realização dos direitos para que a pessoa idosa possa viver com segurança e dignidade, participando da vida econômica, política e social do país.

Uma campanha esta acontecendo no Estado, através da Secretaria de Defesa e Proteção Social, no sentido de valorizar, sensibilizar e conscientizar a população sobre as Pessoas Idosas. O objetivo é que através do gesto de escrever em uma folha de papel a frase “RESPEITE A PESSOA IDOSA”, e tirar uma foto com essa frase, e postar no seu facebook com a hashtag #idosotocantins, as pessoas se sensibilizem que devemos dar mais valor, mais carinho, mais importância, e nunca maltratar uma Pessoa Idosa. E com esse gesto também diminui os casos de violência e levanta questões sobre o envelhecimento. Veja mais no www.facebook.com.br/idosotocantins. Vamos Aderir ao MOBILIZA! Faça ai no seu facebook esse gesto.

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Programa contará com 18,2 mil médicos nas unidades básicas de saúde e atenderá cerca de 63 milhões de pessoas

Brasileiros ocupam 100% das vagas do Mais Médicos em 2015

 

O Ministério da Saúde informou, nesta quinta-feira (14), que todas as 4.139 vagas ofertadas no edital do Mais Médicos em 2015 foram preenchidas por profissionais brasileiros. Com isso, o programa atende 100% da demanda dos municípios e não haverá chamamento de profissionais estrangeiros.

Além disso, o Mais Médicos garantirá, com a entrada de novos profissionais, assistência para cerca de 63 milhões de pessoas. Ao todo, 18,2 mil médicos atenderão pelo programa no País.

Ainda segundo o ministério, 91% das 4,1 mil vagas foram preenchidas por profissionais com registro médico no Brasil. Os outros 9% são médicos brasileiros formados no exterior.

“Parte significativa dos profissionais se mobilizaram pelas mudanças que fizemos, principalmente o Provab”, explicou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

A previsão do governo federal é lançar, a cada trimestre, novas chamadas para os postos abertos em decorrência de desligamentos do programa. Os próximos editais devem ser lançados em julho e outubro deste ano e em janeiro de 2016.

Da Redação da Agência PT de Notícias

Em artigo publicado nesta sexta-feira (11), na revista “Fórum”, a deputada federal Maria do Rosário (PT/RS) defende o SUS como um patrimônio dos brasileiros e lembra que o sistema faz parte da vida de todos, sem exceção, seja nas campanhas de vacinação, na fiscalização da vigilância sanitária, no pronto-atendimento no caso de acidentes e em muitos outros exemplos

Maria do Rosário: Você pode até não perceber, mas utiliza o SUS todos os dias

 

Vivemos em um tempo em que todos têm opiniões sobre diversos temas. A democracia, a participação social e, mais recentemente, as redes sociais criaram uma cultura de ativismo em que todos se comunicam e manifestam preferências, desgostos, simpatias. Que bom que temos essa liberdade! No entanto, o volume de notícias que circula nesta “sociedade da informação” é tamanho que, por vezes, as opiniões são formuladas e replicadas sobre imagens pré-concebidas que pouco dialogam com a realidade ou geram uma distorção injusta com os objetos de nossos juízos.

As “vítimas” podem ser várias. Uma personalidade pública, seja atriz ou liderança política, sofre com isso cotidianamente, vide os milhares de comentários que recebe diariamente de revistas, blogs, sites, enfim, meios de comunicação em geral. Numa escola, um aluno que é rotulado sob algum signo rapidamente vira alvo de uma série de interpretações. E por aí vai. Poderia dar mil exemplos! Porém, o que mais me chama a atenção são aquelas opiniões que dilaceram as riquezas e boas iniciativas que construímos como nação.

De tempos para cá, perturba-me notadamente os comentários negativos em relação ao Sistema Único de Saúde, o SUS, que é uma das maiores conquistas do processo constituinte brasileiro na redemocratização. Acredito ser muito importante falar sobre isso, afinal, você pode até não perceber, mas você também é um usuário do SUS e se beneficia dele diariamente.

Quem olha o SUS “de fora” pode achar que ele se resume a uma “fila” ou à situação de “superlotação” que, de fato, precisa ser superada. De fato, essa pode ser a visão para o cidadão e aquelas famílias que contratam a saúde através de um plano privado, ou para aqueles que por um motivo ou outro avaliam que não conseguirão acessar o SUS em uma situação necessária.

Mas essa visão precisa ser problematizada, pois geralmente formam a sua opinião através das conhecidas reportagens sobre as deficiências do sistema (sim, são deficiências reais e que devem ser superadas). Mas é um sistema que vai muito além do que nos mostra o olhar superficial, pois é fundado em um princípio irrenunciável: o direito ao atendimento de saúde é um bem associado à vida, portanto de todas as pessoas, em caráter universal e público.

A ousadia brasileira de pensar o SUS é motivação mundial para muitos líderes, entre eles o presidente Barack Obama, que em seu primeiro mandato buscou justamente a criação de um “SUS EUA”. Mas a percepção dos brasileiros e brasileiras sobre o SUS muda completamente, quando observado o critério de usuário ou não do Sistema Único de Saúde. Pesquisa do Ministério da Saúde, realizada em 2012 com mais de 26 mil pessoas, indica que entre os “não usuários” (usuários passivos, que são alcançados apenas pelos serviços de prevenção e promoção à saúde) apenas 25% têm uma percepção positiva do sistema.

No entanto, quem olha “de dentro”, ou seja, quem é usuário ativo do SUS (busca serviços de saúde para avaliação/diagnóstico/terapia), segundo a mesma pesquisa, tem avaliação muito boa, qualificando os procedimentos realizados positivamente e com altas taxas de recomendação do serviço (o usuário recomenda que outros cidadãos utilizem o SUS porque ele é bom e funciona), que atingem 74% para Unidades Básicas de Saúde, 82% para Saúde Bucal e 69% para serviços de urgência.

Como professora que sou, não tenho dúvidas de que, com essa nota, esse “aluno” passa por média! E se alguém acha que é pouco (é evidente que pode e deve, sim, melhorar), sugiro que faça uma pequena consulta perguntando a amigos, por exemplo, se estes recomendariam a sua operadora de telefonia celular.

No entanto, é preciso afirmar que no fundo, quando falamos em SUS, a categoria de “não usuário” inexiste! É uma categoria que serviu para a realização da pesquisa acima referida (aqueles que não utilizaram os serviços de atendimento avançado do SUS nos últimos 12 meses), visto que todos os cidadãos são usuários do sistema, repito, todos os cidadãos!

Quando você se alimenta na rua, você utiliza o SUS. Afinal, quem você acha que é responsável neste país pela vigilância sanitária? Todo o estabelecimento comercial regular que trabalha com alimentação é fiscalizado em sua qualidade, higiene e segurança nutricional. E a água, fundamental para a vida, também conta com o crivo e a vigilância do SUS, tanto as fontes de águas minerais quanto o sistema hidráulico que atende a população.

E as campanhas de vacinação? Qual criança já não foi vacinada? O calendário nacional de vacinação do SUS cobre todas as doenças que atingem os pequenos. Muitos pediatras fazem questão de acalmar pais e mães, que muitas vezes, com a ansiedade gerada por notícias na mídia (cada vez que corre notícia sobre casos isolados, surge uma corrida às clínicas privadas), saem gastando dinheiro para dar aos filhos vacinas que podem até ser desnecessárias.

Todas as vacinas consideradas fundamentais para a imunização dos pequenos e pequenas estão disponíveis nos postos de saúde do SUS. Além de proteger a vida e a saúde da pessoa imunizada, a vacinação protege também toda a sociedade, pois impede a propagação de epidemias, erradicando graves doenças. Além disso, existem campanhas específicas de vacinação do SUS.

E aquelas pessoas que, infelizmente, se envolvem em um acidente de trânsito ou sofrem algum tipo de violência? Já imaginou a enfermagem ou médicos da SAMU descendo da ambulância questionando se a vítima tem saúde privada, para chamar a ambulância do plano de saúde e levar para o hospital que tem convênio? Não, a SAMU atende de imediato e já leva para o hospital público mais próximo para pronto-atendimento! Aliás, outra grande conquista do SUS, a partir do governo Lula, que foi a criação da SAMU. Não faz muito tempo, pouco mais de 10 anos, Brasil afora qualquer acidentado era transportado inadequadamente no transporte que fosse possível, desde viaturas a táxis, enfim, de qualquer jeito.

E os transplantes e tratamento de doenças complexas como o tratamento contra o câncer, por exemplo, quem cobre? Um paciente com sintomas de câncer pode fazer o tratamento com cobertura 100% do SUS, enquanto muitos planos de saúde esbarram em autorizações e burocracias para o início do tratamento. E como todos nós sabemos, quanto mais cedo um paciente do câncer trava uma luta contra essa doença, maior é chance de cura.

Em 2013 foram realizados nada menos que 9,7 milhões de procedimentos de quimioterapia e radioterapia. Tudo via SUS, com um custo altíssimo, mas garantido a todos os brasileiros e brasileiras sem distinção, de forma universal. Que avanço! E pensar que o sistema público de saúde também realiza 19 mil transplantes anuais e mais de 230 mil cirurgias cardíacas. Quantas vidas salvas!

E mais recentemente, iniciativas como o programa Mais Médicos mostram a preocupação do Estado em fortalecer e resolver as lacunas do sistema. Esse programa tem demonstrado resultados positivos em áreas mais vulneráveis, onde a população não tinha acesso ao atendimento básico de saúde. Já são quase 20 mil novos profissionais, atingindo 63 milhões de brasileiros que não tinham atendimento médico. E nas universidades, foram criadas mais de 5 mil novas vagas para a formação de novos médicos brasileiros, com perspectiva de ultrapassar a casa de 11 mil daqui a dois anos.

Mesmo com todas essas conquistas, existe uma preocupação muito clara do Governo Federal em modernizar e qualificar o SUS, especialmente a partir do presidente Lula e, agora, com Dilma. As UPAs (Unidades de Pronto Atendimento 24h) são um exemplo. Outra importante etapa para esse processo pode começar em breve, com o programa Mais Especialidades. A intenção é dar vazão ao principal gargalo no atendimento de saúde da população: o aumento da procura por médicos especialistas encaminhados pelo atendimento básico de saúde. Oftalmologia e ortopedia são naturais candidatas para o início do projeto. Isso reforça que o SUS, esse jovem que recém completou 25 anos, ainda tem muito para crescer e oferecer para o país.

Tem muito ainda que eu gostaria de falar sobre o SUS. Porém, fecho por aqui com o que é principal na visão que me filio: se todos nós somos usuários do SUS, é nossa obrigação também defendê-lo e mantê-lo. Ao longo dos anos, as políticas de saúde vivenciam o forte impacto de custos financeiros cada vez mais altos, fruto de novas tecnologias diagnósticas e terapêuticas. A contínua pesquisa para aprimoramento científico para o atendimento das necessidades humanas e a política global de patentes são aspectos que compõem a necessidade cada vez mais ampla de recursos.

Neste contexto, de atender todas as pessoas, com o máximo de qualidade tecnológica que merecem, é claro que existe um subfinanciamento do Sistema de Saúde no Brasil. Ainda assim, vamos pensar juntos e com um exemplo concreto: diferente de hospitais privados, o SUS é “porta aberta”, o que significa que toda a pessoa que procure atendimento tem o direito de receber cuidados, mesmo que muitas vezes ele ocorra na dificuldade.

Com este texto estou negando as dificuldades? Taxo o SUS como perfeito? Não. Ainda há muito por fazer. Tem muito espaço para a saúde brasileira avançar, muito o que melhorar. Mas nas milhares de opiniões que damos todos os dias, remetendo ao início deste texto, vamos cuidar de preservar este que é um dos maiores patrimônios de todos os brasileiros e brasileiras. O melhor é usarmos nossa energia na busca de soluções que assegurem um sistema cada vez melhor, inclusive na construção de fontes adequadas de financiamento. A saúde é um direito universal e uma conquista e tanto para uma nação, ainda mais num mundo onde a maioria dos países não garante esse direito a seus cidadãos.

Maria do Rosário é deputada federal (PT/RS)

Paraíso após recentemente ser considerada recentemente como a melhor cidade para se viver na região norte, agora sediará a Conferência Regional Conjunta de Diretos Humanos, onde 27 municípios da região central irão comparecer a cidade sede.

Na conferência serão elaboradas e criadas propostas para ampliação e melhoria das políticas existentes, oferecendo oportunidade para esse público debater e encaminhar ações que venham fortalecer e garantir os direitos humanos.

O trabalho de parceria que vem sendo realizado entre o legislativo e o executivo municipal tem sido de grande importância para toda a comunidade Paraisense, visto que através dessa interação têm se concretizado várias solicitações. Exemplo da importância dessa conectividade foi o atendimento da solicitação do vereador Luís Antônio em relação Conferência Regional Conjunto de Direitos Humanos.

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“Fiquei bastante satisfeito e agradeço ao prefeito Moises Avelino por ter atendido a minha solicitação. Nosso trabalho em parceria com o executivo tem sido de relevante importância”, pontuou Vereador Dr. Luís Antônio.

As Conferências Regionais Conjuntas dos Direitos Humanos já vêm acontecendo em diversas regionais. O primeiro município sede foi Araguaina no Norte do Estado, reunindo outros 38 municípios da região, a segunda em Dianópolis e reuniram 20 municípios da região sudeste, a terceira Augustinópolis na região do Bico do Papagaio onde 26 municípios foram convidados, a quarta em Gurupi que sediou 26 municípios da região sul e sudeste. Agora será a vez de Paraíso do Tocantins ser a cidade sede deste grande evento onde se discutira políticas públicas para as seguintes temáticas: Pessoa Idosa, Pessoa com Deficiência, Criança e adolescente, LGBT e Direitos Humanos. Nestes encontros são eleitos delegados para participarem da Conferência Estadual Conjunta de Direitos Humanos em Palmas, onde serão discutidas as propostas resultantes das conferências regionais, para elaboração de documento com proposições que serão levadas à Conferência Nacional em Brasília, em abril de 2016.

O objetivo das Conferências Regionais Conjuntas é integrar as temáticas pela perspectiva da transversalidade, interdependência e indivisibilidade dos Direitos Humanos, considerando a necessidade de que o País conheça, promova e fortaleça políticas e todos os direitos humanos de forma transversal. Mais informações: www.facebook.com/conferenciaconjuntato.

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Nessa última sexta (04), o Vereador Dr. Luiz Antônio do Partido dos Trabalhadores – PT, participou da Feira do SEBRAE para estimular o crescimento do mercado do Pequeno Comércio.

De acordo com Dr Luiz Antônio, “defendo essa ideia há mais de 20 anos e sempre a pratiquei”, concluiu. Ressaltando a importância do programa para fortalecer a região, o aquecimento da economia, e a melhora da qualidade de vida através da geração de emprego e renda.

Os pequenos negócios fazem parte da história de todos os brasileiros. São eles que fazem a economia girar de norte a sul do Brasil, que geram empregos e promovem o desenvolvimento no lugar. Por tudo isso, o pequeno negócio não é apenas do seu dono, mas de todos aqueles que dele se beneficiam.

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Comprar deste pequeno comércio local faz que o dinheiro fique no bairro, possibilitando criar novas oportunidades, gerar mais empregos e distribuir melhor a renda. Além disso, é uma decisão que resulta em menos deslocamentos pela cidade, menos stress no trânsito, menos poluição ambiental. Isso também é qualidade de vida!

“O consumidor tem o poder de escolha. Eleger o pequeno negócio na hora da compra ajuda a fortalecer esses segmentos e impulsiona a economia. Portanto, a sua decisão de comprar neste tipo de comércio é um ato que pode transformar o país: ganha o pequeno negócio, ganha o consumidor, ganha o cidadão, ganha o Brasil. Comprar do pequeno negócio é um grande negócio para todos.” Disse o Vereador Dr. Luís Antônio.

Dados
São mais de 10 milhões de micro e pequenas empresas em todo o Brasil, além de 5 milhões de microempreendedores individuais e 5,2 milhões de produtores rurais. Juntos, são eles que mais geram empregos no Brasil. Isso faz muita diferença para milhões de trabalhadores que tiveram o primeiro emprego em um pequeno negócio e para milhões de brasileiros que sustentam suas famílias a partir do trabalho em uma pequena empresa.

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