2014 Junho | Luis Antonio 13



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Vereador - Luis Antônio
Acontecendo


Arquivo do mês: Junho 2014

Muitas as informações divulgadas sobre a realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Muitas delas, entretanto, são publicadas com distorções para confundir a população.  O  fato é que o Mundial é muito bom para o País. Conheça alguns motivos:


1) Os Estádios não ficarão prontos para o evento?  
Não, todos tiveram as estruturas necessárias perfeitamente concluídas. Estruturas complementares para a imprensa e instalações temporárias estão em fase final de montagem, como em qualquer grande evento do gênero.

verdade bndes2) O Brasil está torrando dinheiro público com os estádios?  Falso. O investimento total do País em estádios totalizou R$ 8 bilhões de reais. Desse montante, R$ 4,4 bilhões foram obtidos com financiamentos junto ao BNDES, que o oferece a qualquer empresa privada, há décadas. Esses valores retornarão, com juros, aos cofres públicos. Nenhum recurso do Orçamento da União, foi desviado da saúde ou da educação para a construção das praças esportivas.

3) O governo gastou bilhões com a Copa e retirou  recursos das áreas sociais e de infraestrutura. -  Mentira. Não existe recurso orçamentário da União para as entidades organizadoras da Copa. Os investimentos públicos são realizados em portos, aeroportos, malha viária urbana e capacitação profissional. São um legado para toda a população.  Desde 2007, quando o Brasil ganhou o direito de sediar a Copa, os investimentos em educação e saúde cresceram de forma consistente. O governo brasileiro destinou R$ 311,6 bilhões para educação e R$ 447 bilhões para saúde no período.  Os investimentos totais do governo na Copa, a maior parte em infraestrutura permanente, atingem R$ 30 bilhões. Ou seja, o valor do evento equivale a apenas 3,9% do que foi investido nessas duas áreas.

verdade mcmv 44) O governo removeu mais de 150 mil famílias de seus lares para realizar a Copa do Mundo? -  Não é verdade. O número de famílias deslocadas foi de 6.652 famílias. Todas elas foram incluídas no programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, ou em algum programa local de moradia. Todas as remoções foram realizadas para permitir obras de mobilidade urbana, que visam, sobretudo, a ampliar o transporte coletivo. Não houve nenhum em função da construção dos novos estádios.

5) Somente a FIFA ganha com a Copa do Mundo. O Brasil e os brasileiros não têm retorno algum? É uma mentira, propagada por órgãos de imprensa interessados em obter dividendos eleitorais para seus candidatos. A obras em aeroportos, portos, mobilidade urbana e nos próprios estádios resultarão em equipamentos públicos modernos que servirão para todos os brasileiros após o evento.  Para realização destas obras, foram contratados diretamente 213 mil trabalhadores, gerando emprego e renda para os brasileiros.  O Brasil receberá pelo menos 375 mil turistas estrangeiros no período. Todos eles necessitarão de hospedagem, alimentação e locomoção. Esse dinheiro fica no Brasil, com os brasileiros.  No total, 275 mil brasileiros estarão em trânsito pelo país para acompanhar a competição, contribuindo para movimentar ainda mais o setor de comércio e serviços.

verdade confederação66) A Copa das Confederações deu prejuízo ao Brasil? Não, de forma alguma. No total, 250 mil pessoas se tornaram consumidoras de produtos associados ao evento. Desses, 20 mil eram estrangeiros. O impacto na economia foi de R$ 470 milhões, conforme levantamento da Embratur.  A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) registrou, no período, um acréscimo de US$ 1,8 bilhão em novos negócios para as empresas nacionais. Somente na ocasião, as micro e pequenas empresas associadas direta ou indiretamente ao evento faturaram R$ 100 milhões.


7) A Copa do mundo vai deixar uma dívida enorme para o país? 
Não deixa dívida alguma. Pelo contrário, na mais modesta estimativa, a empreitada agrega à economia um total de R$ 183 bilhões. O número de empregos diretos e indiretos chega a 332 mil, no período de 2009 a 2014. Em tributos totais, o país recolhe R$ 16,8 bilhões.

verdade arena corinthias 88) Um estádio não gera nada para o país. - Pelo contrário. Um estádio novo, moderno, gera receita para seu controlador privado e também para o município, para o Estado e para a União. A Arena Corinthians, por exemplo, deve movimentar R$ 300 milhões por ano, em suas diversas atividades. Pelo menos 20% desse valor, ou seja, R$ 60 milhões se transformam em impostos. Considerando-se que os governos gastaram R$ 2,24 mil/ano por aluno na educação básica (MEC, 2013), a Arena sustentará 26.700 estudantes por ano.

9) A Copa do Mundo foi feita para o brasileiro vê-la fora dos estádios? - Mentira. Pelo menos 65% dos ingressos foram adquiridos por brasileiros. Além disso, garantiu-se atendimento especial a cadeirantes, pessoas com mobilidade reduzida e obesos.

verdade ingresso 910) Devemos ter vergonha do Brasil?  Não. Pelo menos um milhão de brasileiros estiveram direta ou indiretamente trabalhando na preparação do evento, nas praças esportivas ou nas obras de infraestrutura. Os portos e aeroportos melhoraram, assim como a malha viária das cidades-sede. Itaquera, em São Paulo, passa por uma fase de acelerado desenvolvimento, por exemplo, com novas avenidas, ampliação do polo comercial e melhoria nos transportes. Ali, já se trabalha na instalação de um polo da cidadania, com incubadora de negócios e ampliação da rede de centros profissionalizantes.

Oposição precisa explicar com transparência as medidas amargas que deseja tomar e que ministérios pretende fechar, para que a campanha eleitoral não vire propaganda enganosa

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Mural em Portugal pede para país deixar o FMI para diminuir recessão e desemprego. Por aqui, adesão pode ser repetida

Quem viveu a política do final do século passado e início deste se lembra que não havia manifestação, não havia protesto, sem faixas e gritos “Fora FMI”. Desde 2004, o Fundo Monetário Internacional está fora do Brasil, e as pautas de reivindicações dos movimentos sociais passaram a ser outras.O “Fora FMI” significava o fora às políticas de arrocho impostas pelo órgão em obediência ao chamado Consenso de Washington. Era a versão da época de pedir mais emprego, mais verbas para o desenvolvimento econômico e social, mais verbas para educação e saúde, só que havia consciência de nome e endereço: as medidas amargas impostas pelo FMI.Aqueles protestos eram semelhantes aos na Europa de hoje contra o arrocho imposto pela Troika (a trinca formada pelo próprio FMI, o Banco Central Europeu e a Comissão Europeia).Países como a Ucrânia experimentaram recentemente uma onda de protestos, com apoio velado dos Estados Unidos e Europa para derrubar governos eleitos que mantinham boas relações com a Rússia e instalar governos antirrussos e cooperativos com as potências imperialistas ocidentais.Os protestos contaram com setores da sociedade que iam de neonazistas, paramilitares, ONGs que recebiam verbas ocidentais para conspirar, e gente do povo desavisada, sobretudo jovens, que acreditavam em uma revolução de seu tempo, sem enxergar ao lado de quem estavam lutando e servindo de bucha de canhão para uma elite política e econômica imporem seus interesses alienígenas aos do povo.Resultado: o FMI está de volta à Ucrânia com suas medidas amargas. Muitos ucranianos agiram como se carregassem faixas “volta FMI” sem saber que faziam isso, por falta de desenvolver uma consciência política crítica abrangente, que tenha uma visão mais ampla do todo.As grandes manifestações de junho de 2013 no Brasil repetiram um pouco isto, em menor escala e sem o desfecho dramático de lá. Com pautas difusas, e com forte tentativa das oligarquias econômicas junto dos meios de comunicação de massa, tentaram dar um golpe midiático para capturarem para seus interesses neoliberais aquela movimentação popular.Os movimentos sociais organizados perceberam o golpe, que levaria ao retrocesso, e reorientaram sua tática. Estes movimentos passaram a fazer manifestações com assinatura e pauta definida, para não serem usados pela agenda neoliberal do “volta FMI”.A própria população de boa fé, mesmo sem engajamento em movimentos sociais, que foi às ruas, sentiu que seus interesses legítimos por mais educação, saúde, transporte público e reforma política contra a corrupção com participação popular, estava descambando para desestabilização de suas próprias conquistas, como empregos, elevação da renda, conquista da casa própria, elevação da escolaridade, mais médicos.Com isso, houve um esvaziamento das manifestações difusas, sem uma pauta. Ninguém queria servir de bucha de canhão para o “volta FMI” oferecido pelos donos de TV e jornais e pelos banqueiros do mercado financeiro.Se o povo acordou para esta realidade de querer melhorias e não o retrocesso, a agenda do “volta FMI” instalou-se nos comitês de pré-campanha presidencial da oposição. Não por acaso, nos salões fechados, tanto o senador Aécio Neves, pré-candidato do PSDB, como Eduardo Campos, pré-candidato do PSB, acenam para o mercado financeiro, prometendo o arrocho com cortes nas verbas sociais, nos serviços públicos, na previdência e nos investimentos por parte do estado.O Brasil está em situação econômica privilegiada no cenário internacional, e com uma economia robusta e resistente. Não há a menor possibilidade de precisar ser socorrido por órgãos internacionais. Pelo contrário, hoje o Brasil tem reservas monetárias de sobra e é até credor do FMI. Por isso é até difícil entender porque os dois principais candidatos de oposição se submetem voluntariamente, sem necessidade nenhuma, à agenda do “volta FMI”.Convenhamos que um saldo de US$ 378 bilhões de reservas internacionais que o Brasil dispõe, operado pelo Banco Central, deve despertar a cobiça de muitos banqueiros brasileiros e internacionais. Imagine a farra na forma de lucros privados exorbitantes que a nomeação de um “amigo do mercado” operando no Banco Central poderia produzir? E o risco deste patrimônio ser dilapidado, como ocorreu no governo de Fernando Henrique Cardoso?Isso sem falar na obsessão privatista das oposições, que pode retirar o dinheiro do petróleo no pré-sal conquistado para a educação e saúde pública, e transferi-lo para lucros privados. E na volta da política do mau negócio, de vender patrimônio público já lucrativo, gerando demissões, em vez de atrair investimentos privados para novos empreendimentos que criam empregos.Definitivamente, a oposição precisa explicar com transparência quais são as medidas amargas que deseja tomar, quais ministérios pretende fechar, para que a campanha eleitoral não vire propaganda enganosa.

QUEM SABE O PATRÃO AUMENTA ATÉ O SALÁRIO 

 

Toda crítica feita ao PT e ao governo Dilma Rousseff soam como música aos ouvidos das famíglias que controlam os meios de comunicação no Brasil. Ainda que grande parte das críticas não guardem nenhuma relação com a realidade do país REAL em que vivemos, elas funcionam, reforçando a TEORIA DO CAOS anunciado, que esses veículos, através de seus prepostos ditos jornalistas / colunistas e especialistas disseminam já se vão ONZE ANOS, tentando criar um ambiente de pessimismo e de derrota, como se o Brasil estivesse a beira do colapso econômico e social.

 

Jovens bonitinhos mas mal informados, ou politica e culturalmente deformados, como o ator Bruno Gagliasso, contribuem para reforçar esse clima, que não faz justiça ao que de fato acontece. 

 

Diante da pergunta do colunista de O Dia: 

O que te deixa irritado?

O jovem ator Global sapecou:

“O PT, a situação em que o país está, o nível de corrupção e ineficiência que atingimos e a sensação de que estamos reféns desta realidade me deixa muito irritado”.

Bruno Gagliasso

FONTE: O DIA / COLUNA LEO DIAS

Bruno é ainda bem jovem, é um dos poucos que andam por lá (nova safra) integrando elenco de novelas, que pode ser considerado ator e não modelo. Falta muito ainda para ser ATOR, mas, com o tempo, estudo, experiência…ele tem ao que parece, futuro, e não deve ser mais uma das caras bonitinhas que de repente são substituídas com o surgimento das primeiras rugas.

 

Na questão política precisa, porém, amadurecer ainda mais, para não ser um DEFORMADOR de opinião. Jovens atores de olhos claros e sorrisos bonitos encantam e influenciam “moçoilas” com a cabeça no mundo da Lua.

 

Assim, um bom livro de HISTÓRIA, e uma pesquisa sobre o passado recente, vai mostrar a BRUNO que a situação do BRASIL é hoje a melhor de todos os tempos. Que nunca a corrupção (que sempre existiu e vai existir aqui e no mundo todo) teve tantas ferramentas para ser combatida como hoje, que nunca as verbas publicas foram tão monitoradas como são no presente. Verá ainda que o país saiu de um PATAMAR de obras ZERO, e virou um canteiro cheio delas. Em poucos anos o Brasil SERÁ DIFERENTE PARA MUITO MELHOR, em todos os segmentos de INFRAESTRUTURA. Até a TRANSPOSIÇÃO do Rio São Francisco sonhada por DOM PEDRO está virando realidade.

 

A vida não é uma NOVELA, e um país não se TOCA e ADMINISTRA, com roteiros e scripts escritos  e seguidos fielmente ao sabor do diretor e autor do enredo. O Brasil não é uma linha, e, mostra-se vergonhoso, que pessoas e instituições queiram atribuir somente a nós, problemas e dilemas que são comuns a todos os países do PLANETA.

 

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O horror que a ideia de mais participação causa na parcela da mídia alinhada à agenda de oposição não é surpreendente. Afinal, a democracia em nosso país tem-se construído apesar dessa gente, não com ela

 

Uma das colunas que mais presta serviço a causas obscurantistas no Brasil celebrava, esta semana, o fato de que dez partidos aliaram-se no Congresso Nacional contra o Decreto 8.243, que cria a Política Nacional de Participação Social e o Sistema Nacional de Participação Social. Participação popular, para os brutos, deve reduzir-se ao voto em urna. E pronto. O restante da atividade política é atribuição dos poderes constituídos, segundo eles. É a mesma gente que concebe o Judiciário como uma espécie de poder “moderador” dos demais poderes da República, coisa que jamais foi seu papel; o fazem, decerto, por ser esse o único poder que não é constituído por sufrágio universal. Confiam pouco no voto popular e na participação social.

O horror que a ideia de mais participação causa na parcela da mídia alinhada à agenda de oposição não é surpreendente. Afinal, a democracia em nosso país tem-se construído apesar dessa gente, não com ela. O que considero, mesmo, surreal é partidos políticos se declararem e atuarem contra a participação popular e depois pedirem votos ao povo que alegam não ter legitimidade para monitorar, avaliar e promover o controle social das políticas públicas. É como dizer, claramente, que a legitimidade da cidadania se encerra e se resume no ato de votar – em eleições para eleger representantes nos governos e no Congresso, que fique claro.

Os dez partidos são DEM, PPS, PSDB, PR, PRB, SDD, PV, PSD, PROS e PSB. O caso mais notório, não há como deixar de reconhecer, é o do Partido Socialista Brasileiro, o PSB de Eduardo Campos e Marina Silva. Há pouco se gerou um debate, que em minha opinião era tolo, em torno do fato de que alguma liderança do partido sugeriu retirar do manifesto de fundação, um documento histórico, as referências mais claras ao marxismo enquanto horizonte estratégico – como a socialização dos meios de produção, por exemplo. Com a atual postura, o PSB já não precisa mexer em seu manifesto porque ele já não tem significado algum. É espantoso que forças políticas que pretenderam dar ares de “primavera brasileira” às manifestações de junho de 2013, inclusive conclamando a população a manifestar-se com o mesmo ímpeto durante a Copa do Mundo e que, ademais, auto proclamam-se a “nova política”, aliem-se ao conservadorismo para manter o modelo de política velho, oxidado e autorreferente contra o qual se mobilizaram milhões de cidadãos, sobretudo os jovens.

Há que se reconhecer que esta, como muitas outras, são batalhas que o Governo Federal – e o PT – postergaram, sabe-se lá os motivos, para momentos mais que inoportunos; não basta mencionar a boa e velha cantilena da correlação de forças na sociedade. A esperar por essa condição ideal na chamada correlação de forças, damos por fato a ideia de que mudanças dependem, fundamentalmente, de quem é contra elas. Batalhas podem ser pedidas ou ganhas, mas a correlação de forças só muda com discussão de ideias. E é redundante reconhecer aqui a miséria do debate político no Brasil; qual ideia, grande ou pequena, para o país está em debate hoje? Sou por demais pessimista ao não conseguir enxergar nenhuma?

O fato é que a imaginação dos nossos companheiros – sou filiado ao PT – limitou-se à elevação do tema da inclusão social e econômica à condição de estratégia de desenvolvimento mas sem apontar, no entanto, qual sociedade queremos construir e sob quais valores. E agora temos de discutir mobilidade nas cidades que ajudamos a inundar de carros, por exemplo. O problema não é da péssima qualidade da política de comunicação dos governos petistas, como comumente se diz, frente a uma mídia corporativista, oligárquica e com agenda própria; a questão é que não fomos capazes, até aqui, de trabalhar verdadeiramente a construção de significados em torno de pautas como essa da participação social. Na temática da qual me sinto mais apropriado, a juventude, não construímos uma só ideia marcante para as novas gerações. Nenhuma.

Mesmo a alegação, verdadeira, de que a Política Nacional de Participação Social como instituída no Decreto é fruto de uma construção, ela própria, resultado de amplos processos participativos e que, metodologicamente, leva-se tempo para a máxima concertação dos pontos estruturantes, eu considero que ainda não justifica a tão pouca incidência desse debate. A Copa do Mundo é um exemplo; tivemos sete anos para promover processos que dessem o devido significado à realização do maior evento comercial do mundo em nosso país, mas não o fizemos, a ponto de hoje termos de justificar diuturnamente sua realização.

À parte esse contexto difícil, o Decreto 8.243 é o marco institucional cujo teor mais dialoga com as manifestações de junho de 2013; muito mais, aliás, que as pautas conservadoras com que o Congresso Nacional buscou responder mais à mídia que aos manifestantes. Agora, é necessário enfrentar a argumentação dos que querem que a atividade política permaneça sendo um privilégio oligárquico ou de classe social. Para definir campo nesse debate, acho que a pergunta que cabe é: você daria seu voto a quem não quer que sua participação tenha validade institucional? Eu não. O figurino de Justo Veríssimo é o ideal para os políticos que são contrários a instrumentos de participação social. Para quem não se lembra, é a criação do genial Chico Anísio como arquétipo do político paroquial e corrupto. Uma de suas citações caberia bem a quem quer derrotar a proposta da Política Nacional de Participação Social. Do povo, diria Justo Veríssimo, eles querem duas coisas: o voto e distância.

 

A presidenta Dilma concedeu entrevista a Kennedy Alencar do SBT, e disse que aquilo que era preciso ficar pronto para Copa, ficou. Além dos estádios, ficaram prontos todos os Centros de Operações de Controle para Segurança em todas as cidades sede (o que ficará de legado para a segurança pública da população) e a rede de telecomunicações que garante a TV, internet e telefonia para a imprensa e redes 4G e 3G para os torcedores. O wifi não era obrigatório, porque é uma rede paralela ao 3G e 4G, mas vários estádios terão.

A maioria dos Aeroportos também ficaram prontos, e obras de mobilidade urbana não são para a Copa e sim para o povo.

Ela contou uma curiosidade: Em Londres, nas Olimpíadas de 2012, o trânsito estava parado por uma hora. Para ela não perder o início da cerimônia, como chefe de estado do próximo país sede, desceu do carro e seguiu de metrô.



Repararam que Sheherazade não fez seu “editorial”?

Na terça-feira, a presidenta concedeu entrevista à TV Bandeirantes. Alguns trechos aquiaqui.
Na quarta, a presidenta Dilma sancionou lei que torna crime discriminar pessoas com Aids.

Antigamente é que era bom não tinha Copa no Brasil, não tinha Olimpíadas no Brasil, não tinha mobilidade urbana, os estádios de futebol eram velhos e sem conforto, dois aviões e dois aeroportos maltrapilhos davam conta das viagens aéreas, o salário mínimo lutava para chegar aos US$ 100.00, mas não conseguiu, na infraestrutura não tinha PAC tinha empacado, não fizeram uma única ponte de madeira, as notícias eram que o FMI gostou das Contas Nacionais vigiadas semanalmente pelo Fundo, o Brasil precisava de empréstimos do exterior até para comprar papel higiênico, o povo era um detalhe incômodo, mas mesmo assim os empresários não saiam do lugar reclamando e reclamando e reclamando que é uma prática usual do nosso país desde os tempos das Capitanias Hereditárias e como se nada mais fosse possível teve um grande ‘Apagão’ de energia elétrica. Apesar de tudo isso quer nos fazer acreditar que essa gente deve voltar. É triste!

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