2013 Outubro | Luis Antonio 13



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Vereador - Luis Antônio
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Arquivo do mês: Outubro 2013

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) apresentou uma conta de restaurante recorde para ser paga pelo Senado com dinheiro público. O valor foi de R$ 7.567,60 gastos em uma refeição na churrascaria Porcão, uma das mais caras de Brasília. A conta ultrapassa o valor de onze salários mínimos.

O gasto torna-se mais gritante pelo contraste com o discurso de seu colega de Senado por Minas, Aécio Neves, falando em cortar gastos públicos. Os gurus econômicos tucanos falam até em gerar desemprego com os cortes, o que eles chamam de “choque de gestão”. Também contrasta com as críticas tucanas ao programa Bolsa Família, com o agravante de a Paraíba ser um dos Estados onde este programa tem mais impacto na superação da pobreza dos cidadãos de baixa renda.

Ah! O valor também equivale a uma tonelada do feijão da propaganda partidária do PSDB na TV veiculada recentemente. Na propaganda, querendo inflar a inflação, mostrou uma simpática paraibana dizendo que o quilo do feijão custava R$ 7,00 em Campina Grande (na verdade, nas prateleiras do varejo na cidade o produto era encontrado por pouco mais de R$ 2,00 até pouco mais de R$ 4,00, dependendo do estabelecimento).

O almoço de R$ 7,5 mil aparece no portal da Transparência do Senado, como é exigido por lei, e foi noticiado pelo jornal “O Estado de São Paulo”. Ao jornal, a assessoria de Cássio Cunha Lima procurou justificar como motivo o banquete ter sido no dia de uma homenagem no Senado ao seu pai, Ronaldo Cunha Lima, já falecido. Para a homenagem vieram à Brasília parentes e pessoas próximas. Resta saber se o distinto público, sobretudo os cidadãos paraibanos, concordam com tais festanças serem feitas com dinheiro público e neste montante.

Outro recorde de gastos com estas verbas indenizatórias é do senador Aécio Neves (PSDB-MG) com aluguéis de escritório político em Belo Horizonte. Em agosto de 2013, o Senado pagou R$ 8.831,11 pelo aluguel, mais R$ 3.564,41 pelo condomínio e R$ 719,69 pelo IPTU, totalizando R$ 13.115,21.

No mesmo escritório, o senador ainda gasta com o dinheiro público do Senado R$ 243,89 para acesso à internet, quando encontra-se no mercado planos que atendem perfeitamente as necessidades por menos de R$ 80,00 em Belo Horizonte, o que dá mau exemplo pela displicência com o dinheiro público.

Assim, o tal “choque de gestão” tucano vira uma versão do popular “faça o que eu digo, não o que eu faço”.

Em nota de apoio ao repórter Eduardo Azevedo, o Sindicato dos Jornalistas do Tocantins afirma que é inadmíssivel o ato de puxar as orelhas de um profissional: ‘no mínimo, descontrole emocional’…

Por meio de nota divulgada nesta terça-feira, 22, o Sindicato dos Jornalistas do Tocantins (Sindjor) se manifestou sobre o ato do governador Siqueira Campos, que no último sábado, 19, puxou as orelhas do repórter do T1 Notícias, Eduardo Azevedo.

Na nota o Sindicato destaca seu total apoio ao repórter e diz que o ato do governador é inadmissível nos dias atuais e que “demonstra por parte do Chefe do Executivo, no mínimo, descontrole emocional e total desrespeito não somente com à categoria, mas com toda população tocantinense, que tem direito constitucional de conhecer quem são e o que fazem aqueles que estão no exercício de cargos públicos”.

Confira a nota na íntegra:

APOIO TOTAL AO REPÓRTER EDUARDO AZEVEDO

O ato de puxar as orelhas do repórter, com as duas mãos, inadmissível nos dias atuais, demonstra por parte do Chefe do Executivo, no mínimo, descontrole emocional.

Com todos os avanços na democracia brasileira, quando a Constituição Federal do Brasil é considerada uma das mais evoluídas do mundo por enfatizar todas as liberdades individuais e coletivas e a transparência da gestão pública, entre outros direitos; quando o mundo inteiro se manifesta contra todas as violências e arbitrariedades; quando a população está nas ruas dizendo o que não quer, é inaceitável que no Tocantins ainda estejamos sendo vítimas de brutalidades e ignorâncias quase pré-históricas.

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Tocantins (Sindjor-TO), vêm a público manifestar apoio ao estudante de jornalismo e estagiário do Portal T1 Notícias, Eduardo Azevedo, que sofreu agressões por parte do Senhor Governador Siqueira Campos, neste sábado dia 19, na cobertura do evento de entrega de títulos de propriedade no Centro Comunitário da 1.306. Eduardo Azevedo é mais um exemplo recente do que os trabalhadores em jornais, sites, TVs e rádios têm de enfrentar, nos dias de hoje, durante o exercício profissional.

O ato de puxar as orelhas do repórter, com as duas mãos, inadmissível nos dias atuais, demonstra por parte do Chefe do Executivo, no mínimo, descontrole emocional e total desrespeito não somente com à categoria, mas com toda população tocantinense, que tem direito constitucional de conhecer quem são e o que fazem aqueles que estão no exercício de cargos públicos.

Que o Tocantins possa viver e respirar tempos de respeito e liberdade entre suas instituições e os profissionais de Comunicação, como dita a Constituição Federal do Brasil.

Fonte: http://t1noticias.com.br/

Todos os governantes terão que oferecer Mais Médicos, Mais Professores, Mais Casas, Mais Empregos, Mais PAC etc. A pauta da justiça social encalacrou os políticos – espero que para sempre

Que bons augúrios nos trazem os ventos, os pássaros e os dias que virão?

Os pássaros, com sua insistência de abnegados mensageiros, vêm cantar todas as manhãs à nossa janela.

Porém, quase sempre, não lhes damos a devida atenção; sequer lhes percebemos a presença.

Alheios a nossa indiferença, insensibilidade, “rabugice” ou mera distração, os pássaros inexorável e simplesmente cantam. E voam para além de onde a nossa vista alcança.

De uns tempos para cá dei para prestar mais atenção ao canto dos sabiás, sanhaços, bem-te-vis, canários e até maritacas, com seu alegre alarido. É tocante, pungente o canto dos pássaros.

Li, recentemente, não lembro ao certo onde, não sem certa incredulidade inicialmente, que os paulistanos andavam “incomodados”  – sim, incomodados! – com o canto do sabiá laranjeira, que entra na muda (ou no cio) a partir do mês de agosto e então canta até se esgoelar à tardezinha e madrugada adentro.

Fala-se muito do conservadorismo mal-humorado [na moral e na política] do paulista em geral. Pura intriga e bairrismo, decerto.

Afinal, como pode um povo incomodar-se com o canto dos pássaros?

Como poderia, por outro lado, um povo incomodar-se tampouco com a leve brisa, alvissareira e acolhedora, que faz tilintar suavemente os sinos chineses da felicidade dependurados à nossa porta?

Pensei nessa metáfora do canto dos pássaros, e da leve brisa que bafeja o nosso cotidiano, ao vislumbrar o futuro benfazejo que se descortina para o Brasil nos próximos anos. Não nos faltam bons augúrios. Não nos faltam notícias alvissareiras.

 Alvíssaras!

O país experimenta um antes inimaginável momento de pleno emprego. A exploração do pré-sal irá gerar mais riqueza para o país e renda para o seu povo; mais recursos para a educação e para a saúde; mas recursos para investimentos em mobilidade urbana e serviços públicos.

Só no reservatório de Libra estima-se de 8 a 12 bilhões de barris recuperáveis – considerando-se a média, 10 bilhões de barris, com o barril a US$100,00, são, grosso modo, cerca de USS 1 trilhão de dólares. Não há cálculo econométrico capaz de demonstrar em números o efeito multiplicador que a exploração dessa riqueza causará na qualidade de vida do povo brasileiro no médio e longo prazo. No PIB, provavelmente já em 2014/2015 poderemos constatar essas consequências.

Na sequência, será explorado outro gigantesco reservatório, batizado de Pau-Brasil, tão monumental quanto Libra.

O PIB deverá prosseguir crescendo modesta, mas firmemente, a cerca de 3,0% ou 3,5%. A inflação está sobcontrole, dentro da meta. Vivemos o pleno emprego, com os rendimentos do trabalho crescendo marginal e progressivamente.

Os programas sociais seguem amparando e incluindo os desassistidos. A pobreza diminui a olhos vistos e os indicadores sociais melhoram de modo consistente – a última PNAD demonstra isso de modo inequívoco. Aconselho também uma “passada de olhos” nos relatórios, artigos e ensaios dos técnicos do Ipea a esse respeito.

Porém, a despeito dessas melhoras substanciais, ainda vivemos sérios problemas na área da Segurança e Saúde Pública, com o recrudescimento da violência urbana, a chaga do crack e o aumento preocupante do crime organizado, mancomunado, algumas vezes, com agentes públicos e até políticos.

A corrupção é outro ponto nevrálgico que está sendo exemplarmente combatido pela PF e pelo MP. Porém esse tema merece um debate específico, posto que suga/parasita a riqueza pública, enfraquecendo e atravancando o nosso desenvolvimento.

 A Saúde enfrenta problemas estruturais que vão muito além do Mais Médicos.

Espera-se que os recursos do pré-sal compensem os graves problemas causados pela má gestão e desvios dos recursos públicos destinados à Saúde nos Estados e municípios, e pela extinção da mal afamada e sepultada CPMF, que era importante fonte de recursos para essa área, além de ajudar na fiscalização e tributação de ativos financeiros.

Com esse cenário auspicioso e alvissareiro, o país tem tudo para decolar rumo a um desenvolvimento sustentável.

Some-se a esses fatores o fato de que os governantes, e homens públicos em geral, agora competem entre si, notadamente para fins eleitorais, amarrados que estão pela chamada “agenda social”, que é pautada pelos sindicatos e movimentos sociais, e implementada e sacramentada por gestões e governos de partidos de esquerda (PT, PCdoB, PSB e PSOL, notadamente).

Todos os governantes terão que oferecer Mais Médicos, Mais Professores, Mais Casas, Mais Empregos, Mais PAC etc.  A pauta da justiça social encalacrou os políticos – espero que para sempre.

Ou seja, dificilmente a direita, ou mesmo a centro-direita, conseguirá se apropriar desse espólio, dessa herança bendita. Sob risco de retrocesso. Sob o risco de ruína.

Considerando-se que a excelentíssima  Dilma Rousseff ainda conta com o melhor cabo eleitoral do mundo; levando-se em conta ainda que o Partido do Trabalhadores e os demais partidos de esquerda têm maior inserção, militância e representatividade na sociedade, dificilmente vão conseguir lhe tirar o direito de completar a sua obra num segundo mandato. Dificilmente.

Ou será que a dupla Marina-Campos conseguirá tomar o leme e mudar o rumo desse barco?

Fonte: http://www.brasil247.com

LULA MIRANDA

Evento ocorreu no Jardim Paulista; próxima edição será no setor Oeste

Com uma programação especialmente voltada para o público infantil, a Tenda da Cidadania Kids, realizada no último sábado (12), reuniu cerca de 500 crianças na quadra de areia do Jardim Paulista. Por durante quatro horas, as crianças daquele setor puderam participar de diversas atividades esportivas e recreativas em comemoração ao seu dia. Além dos tradicionais brinquedos infláveis (pula pula, escorregador), houve uma preocupação em motivar a atividade esportiva desde cedo nas crianças, sendo realizadas partidas de vôlei e futebol. A diversão e animação ficou por conta da presença de palhaços.

A Tenda da Cidadania Kids é uma edição especial da Tenda da Cidadania, ação comunitária de autoria do vereador Dr. Luís Antônio que só tornou-se possível devido à cooperação de amigos que também acreditam na promoção do bem e da responsabilidade social. “Temos uma responsabilidade ainda maior com as nossas crianças, são aprendizes do que lhes ensinamos de bom ou ruim; nossa obrigação de gente grande é fazer algo pela alegria dos pequenos”, afirmou o vereador Dr. Luís Antônio, feliz pela realização da segunda edição do projeto e por ter alcançado o objetivo de levar uma mensagem de alegria, esperança, paz por meio de um trabalho sério e necessário.

A próxima ação da Tenda da Cidadania está programada para acontecer no entorno do setor Oeste, ainda sem data definida.

O Sonho Possível de Trabalhar pelo Bem de Nossa Gente

Ao optar pela medicina, Dr. Luís Antônio não fez só uma escolha profissional. O seu maior sonho sempre foi estar próximo das pessoas, ajudá-las de alguma forma e ser médico o colocou em contato direto com pacientes, amigos e familiares. Entrar para a política foi uma consequência de todo o seu envolvimento e trabalho sério com as causas sociais. Atuar no Legislativo de Paraíso exige enfrentar os desafios com serenidade diante as decisões que influenciam diretamente na vida de cada paraisense. Por isso, os diversos Projetos de Leis criados por Dr. Luís Antônio ou pelos seus colegas vereadores e até mesmo os do Executivo Municipal, sempre mereceram um olhar atento sobre as reais intenções e objetivos de cada ideia.

Ser oposição não é ir contra qualquer tipo de proposta tão apenas por se colocar dessa forma. Para Dr. Luís Antônio “ser oposição ou situação é uma democracia dentro do sistema político e sua estrutura de poderes, por meio da qual se adquire independência, liberdade, confiança e credibilidade para exigir os rigores necessários nas ações de toda administração pública”, afirma o vereador. Ele ainda reforça que, para superar as dificuldades e deficiências do município, é importante que todos cumpram o papel de servir, dar as mãos e unir forças em prol da cidadania e dignidade de cada pessoa.

E por pensar assim, se empenha ao máximo em oferecer os benefícios da Tenda da Cidadania. Uma oportunidade real de fazer algo por aqueles que já sofrem com as desigualdades sociais vítimas do tipo de política que prioriza uns e esquece de outros.

Foto: Luíz Cláudio Araújo      Fonte: Luíz Cláudio Araújo     Postador: Surgiu Redação
Postada em: 13/10/2013 ás 21:39:04 Atualizada:    13/10/2013 ás 21:43:38 Link:

 

: PORTO ALEGRE, RS, 07.10.2012: ELEIÇÕES/RS/DILMA ROUSSEFF - A presidente Dilma Rousseff vota na escola municipal Santos Dumont, no bairro Assunção, zona Sul de Porto Alegre. (Foto: Wesley Santos/Folhapress)

Cruzamento de dados do instituto revela que 42% dos marineiros migraram para a candidatura da presidente Dilma, 21% caíram no colo do tucano Aécio Neves e 15% foram para Eduardo Campos; no entanto, números também mostram viés de alta para o governador pernambucano e um risco para o tucano: 60% dos entrevistados dizem que não votariam em um nome apoiado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso

Fonte: http://www.brasil247.com

13 DE OUTUBRO DE 2013 ÀS 05:55

247 - O cruzamento dos dados das últimas pesquisas Datafolha, realizado pelo próprio instituto, traz uma boa notícia para a presidente Dilma Rousseff. Foi ela quem herdou a maior parte dos votos de Marina Silva.

Em números precisos, 42% dos marineiros migraram para Dilma, 21% foram para Aécio Neves e 15% para Eduardo Campos, a quem ela apoia oficialmente.

No entanto, há um viés de alta para o pernambucano, uma vez que apenas 37% dos eleitores de Marina sabem que, agora, ela está filiada ao PSB.

Divulgada ontem pelo Datafolha, a pesquisa mostrou que Dilma seria reeleita em primeiro turno, com 42% dos votos, contra 21% de Aécio e 15% de Eduardo Campos.

Se José Serra fosse o candidato tucano, no lugar de Aécio, a migração dos votos de Marina seria semelhante. Dilma herdaria 40%; Serra, 25%; Campos, 15%.

Da pesquisa, o pior dado para o PSDB é o que revela que 60% dos eleitores não votariam num nome apoiado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso – que talvez tenha que ser escondido pelos tucanos, assim como foi nas eleições anteriores.

Afinal, Aécio foi dar palestra ou o banco pagou a campanha política junto aos investidores americanos?

Padrinhos:O casal Alexandre Accioly e Renata Padilha

 Você votaria em um candidato à presidente da República que visa apenas os interesses dos banqueiros? E se esse banqueiro fosse o  dono do BTG Pactual, André Esteves, que  não esconde seu sonho de arrematar o controle acionário de grande bancos estatais brasileiros – Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil – caso um governo privatista – como o PSDB-  resolva vendê-los?

O candidato  à presidente Aécio Neves (PSDB), não acha antiético receber favores de banqueiro.

 Aécio Neves (MG) e Letícia Weber, se casaram  na sexta-feira passada e  partiram para Nova York. Até ai, nada demais, se não fosse um detalhe: Aécio e a esposa viajaram para a “lua de mel” com passagens aéreas e despesas pagas  pelo banco BTG Pactual, que também reservou uma suíte para o casal, de segunda a quarta-feira, no exclusivo hotel Waldorf Astoria, um dos mais caro dos EUA

O evento foi promovido por  Pérsio Arida, um dos ícones das polêmicas privatizações no governo FHC . Aécio,  aproveitou a oportunidade  para repetir  um velho costume tucano: falar mal do Brasil no exterior. FHC era useiro e vezeiro nisso.(Leia aqui) A  assessoria de Aécio se limitou a dizer que, ele declinou de cobrar pela palestra. Ou seja, Aécio deu palestra gratuita,  em troca das passagens aéreas, estadia no  hotel e despesas pagas? Ou teria  interesses  interesses escusos?

Aécio e Letícia em Nova York

E se fosse Dilma?

Fernando Henrique Cardoso, lançou Aécio candidato a presidente. A presidente Dilma, também está candidata à reeleição. E se Dilma aceitasse convite de banqueiro para viagem de lazer?

 Já imaginou como seria as escandalosas manchetes nas capa de todos os jornais brasileiros?:”Dilma aceita favor de banqueiro” ou “Dilma vai governar para banqueiros” Mas, como se trata do partido da elite perfumada, a imprensa se cala e apoia. E o candidato serviçal, viaja Brasil a fora prestando serviço ao explorador.

 

Ouvir o “discurso” de Marina Silva tornou-se algo muito frustrante. Levada em parte pelo seu rancor (mesmo as pessoas religiosas estão sujeitas a este tipo de sentimento) e em parte por suas pretensões políticas de chegar à presidência (deve ser difícil para Marina admitir que ela é igualzinha a todo mundo, e tem ambição no nível do terra-terra), a agora candidata à candidata (ainda que não admita) pelo PSB, vem apresentando uma série de evidências do quanto está disposta a abandonar sua conduta, ou pretensa conduta, de fazer política de forma diferente.

 

Do seu grupo de apoiadores, onde há quem já foi acusado de manter trabalhadores em regime de semi-escravidão, passando pela turma da agiotagem, Marina Silva conta ainda com a benevolência da MÍDIA partidarizada, para reproduzir e destacar os seus ataques ao governo. A MÍDIA vai apoiar Marina enquanto isso for necessário para atacar o PT, depois…

 

O que frustra em Marina, é que ela fala e fala, mas, não diz nada, entretanto, nesse nada, ataca o governo Dilma com os mesmos argumentos que a turma de DIREITA emprega. Marina Silva não traz nada de novo à política. Seu discurso sobre INFLAÇÃO e sua aliança com Eduardo Campos mostra isso. Campos pratica em seu governo no Estado de Pernambuco, uma política de total desprezo pelo MEIO AMBIENTE e, assim como Alckmin em São Paulo, tem dezena e meia de PARTIDOS LOTEANDO a Administração Pública. É política velha, métodos velhos, nada de diferente. Eduardo Campos é uma RAPOSA como tantas outras que diz devem ser expulsas do cenário político. 

Que moral tem Marina Silva para acusar o governo federal, se o homem com quem ela se coligou, faz exatamente o que ela critica nos outros ?

Fonte: http://www.007bondeblog.blogspot.com.br

É o maior e mais importante projeto antipobreza do mundo

Fátima Oliveira, em O TEMPO

Médica – [email protected] @oliveirafatima_

Eu não tinha a dimensão do ódio de classe contra o Bolsa Família. Supunha que era apenas uma birra de conservadores contra o PT e quem criticava o Bolsa Família o fazia por rancor de classe a Lula, ou algo do gênero, jamais por ser contra pobre matar a sua fome com dinheiro público.

Idiota ingenuidade a minha! A questão não é de autoria, mas de destinatário! Os críticos esquecem que a fome não é um problema pessoal de quem passa fome, mas um problema político. E Lula assumiu que o Brasil tem o dever de cuidar de sua gente quando ela não dá conta e enquanto não dá conta por si mesma. E Dilma honra o compromisso.

Estou exausta de tanto ouvir que não há mais empregada doméstica, babá, “meninas pra criar”, braços para a lavoura e as lidas das fazendas que não são agronegócios… E que a culpa é do Bolsa Família!

Conheço muita gente que está vendendo casas de campo, médias e pequenas propriedades rurais porque simplesmente não encontra “trabalhadores braçais” nem para capinar um pátio, quanto mais para manter a postos “um moleque de mandados”, como era o costume até há pouco tempo! E o fenômeno é creditado exclusivamente ao Bolsa Família.

Esquecem a penetração massiva do capitalismo no campo que emprega, ainda que pagando uma “merreca”, com garantias trabalhistas, em serviços menos duros do que ficar 24 horas por dia à disposição dos “mandados” da casa-grande, que raramente “assina carteira”. Eis a verdade!

Esquecem que a população rural no Brasil hoje é escassa. Dados do IBGE de setembro de 2012: a população residente rural é 15% da população total do país: 195,24 milhões.

Não há muitos braços disponíveis no campo, muito menos sobrando e clamando por um prato de comida, gente disposta a alugar sua força de trabalho por qualquer tostão, num regime de quase escravidão, além do que há outras ocupações com salários e condições trabalhistas mais atraentes do que capinar, “trabalhar de aluguel”, que em geral nem dá para comprar o “dicumê”. Dados de 2009 já informavam que 44,7% dos moradores na zona rural auferiam renda de atividades não agrícolas!

Basta juntar três pessoas de classe média que as críticas negativas ao Bolsa Família brotam como cogumelos. Após a boataria de 18 de maio, que o Bolsa Família seria extinto, esse assunto se tornou obrigatório. Fazem questão de ignorar que ele é o maior e mais importante programa antipobreza do mundo e foi copiado por 40 países – é uma “transferência condicional de renda” que objetiva combater a pobreza existente e quebrar o seu ciclo.

Atualmente, ajuda 50 milhões de brasileiros: mais de 1/4 do povo! E investe apenas 0,8% do PIB! Sem tal dinheiro, mais de 1/4 da população brasileira ainda estaria passando fome!

Mas há gente sem repertório humanitário, como as que escreveram dois tuítes que recebi: “Nunca vi tanta gente nutrida nas filas dos caixas eletrônicos para receber o Bolsa Família, até parecia fila para fazer cirurgia bariátrica”; e “Eu também nunca havia visto tanta gente rechonchuda reunida para sugar a bolsa-voto!”.

Como disse a minha personagem dona Lô: “Coisa de gente má que nunca soube o que é comer pastel de imaginação; quem pensa assim integra as hostes da campanha Cansei de Sustentar Vagabundo, que circulou nas eleições presidenciais de 2010”. São evidências de que há gente que não se importa e até gosta de viver num mundo em que, como escreveu Josué de Castro, em Geografia da Fome (1984): “Metade da humanidade não come e a outra não dorme com medo da que não come…”.

Fonte: http://www.viomundo.com.br

Marco Antônio Rodrigues, um dos 4,5 mil alunos que receberam, nesta quarta-feira (2), em Ceará-Mirim (RN), o diploma de formando do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), disse que o programa está qualificando, valorizando e inserindo novos cidadãos no mercado de trabalho. Ele afirmou ter orgulho de pertencer à “geração Pronatec”.

No feriado em comemoração ao aniversário de 25 anos de criação do Estado, a Caravana Popular – Encontros Pelo Tocantins não parou. O movimento organizado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) com o objetivo de ouvir do povo quais são seus sonhos e suas necessidades, informações que servirão de base para a construção de um projeto para o Estado, visitou hoje as cidades de Sítio Novo e Axixá, na região do Bico do Papagaio.

Durante os encontros desta sexta-feira, que reuniram dezenas de pessoas, o petista Nicolau Esteves comemorou a data marcante para o Tocantins. “O dia de hoje é muito importante para nosso Estado, pois é um marco na sua história, que foi feita pela luta de seu povo e que este povo merece toda comemoração”, disse.Conversando com a população, Nicolau Esteves foi enfático ao dizer que cabe ao povo tocantinense escolher seu futuro. “O Tocantins só tem duas escolhas, votar naqueles que comandam o estado há 25 anos e que nada fizeram para melhorar a qualidade de vida das pessoas ou promover a verdadeira mudança, escolhendo um nome novo, que tenha compromisso de verdade de transformar esse Estado, como fez o povo de Palmas ao escolher Carlos Amastha para prefeito”, argumentou Nicolau Esteves. “As pessoas não estão pedindo muito. É água de qualidade para beber, é uma saúde que atenda as necessidades do povo, é uma educação melhor para seus filhos. Isso é o básico. É dever do estado. O PT está ouvindo o que o povo quer, porque no Partido dos Trabalhadores o povo é quem decide, diferente desses mesmos políticos que estão aí querendo se perpetuar no poder”, disse Nicolau Esteves.Para o presidente do PT no Estado, Donizeti Nogueira, o Estado tem uma série de problemas sendo que todos têm solução. “São problemas simples que ainda não foram resolvidos por falta de vontade política desses políticos que estão governando o Estado há 25 anos”, afirmou.O ex-prefeito de Porto Nacional, Paulo Mourão, também não poupou críticas à forma de fazer política no Estado. “As políticas públicas não têm sido organizadas em benefício do povo. Se o povo desejar por mudança, o projeto do PT vai trazer essa mudança”, pontuou Mourão.Também acompanham a Caravana petista os deputados José Roberto e Amália Santana. Ambos defenderam a iniciativa petista de ouvir a população na construção de um projeto de desenvolvimento para o Estado e defenderam que é dessa postura que brotará a verdadeira mudança no Estado.Ainda na noite desta sexta-feira, a Caravana Popular – Encontros Pelo Tocantins estará em Augustinópolis.

Fonte: Postada em: Link:

 

: SÃO PAULO, SP, 16.05.2013: MARINA SILVA/DEBATE/SP - A ex-ministra Marina Silva, participa de debate durante o lançamento do livro

“Marina é uma negação: a negação da política, dos partidos, um messianismo sui generis, destes em que o papel do Messias é ser um nada, um ausente, um personagem cuja finalidade é tentar ser presidente para que outros não sejam”, responde Fernando Brito

Por Fernando Brito, do Tijolaço

Cite o arguto leitor e a arguta leitora quais eram as ideias do ex-futuro partido de Marina Silva, assim, de cabeça.

Tempo! Ficou difìcil, caríssimos?

Pois é, por isso é uma farsa.

Marina não é uma afirmação, não é um projeto político.

Nem mesmo um projeto político montado em torno de uma pessoa, como se poderia, até incorretamente, dizer que foi o PT em torno de Lula ou o PDT com Brizola.

Marina é uma negação: a negação da política, dos partidos, um messianismo sui generis, destes em que o papel do Messias é ser um nada, um ausente, um personagem cuja finalidade é tentar ser presidente para que outros não sejam.

Apenas isso.

Marina representa apenas a parcela da população que crê que o Estado é um mal e que uma nação é apenas um amontoado de interesses paroquiais.

Montam-se partidos com facilidade, e por isso há 32 deles no Brasil.

Montam-se, inclusive, muito mais por interesses e negócios que por ideologia, viu-se com o “Solidariedade” de Paulinho e outros que tais.

Ou por arranjos locais, como o PROS dos Gomes cearenses e do Garotinho fluminense.

Por que, então Marina não conseguiu montar o dela? Ou será que o “dote” de 19,3% dos votos nas eleições de 2010 não tornava “embarcar” no marinismo atraente eleitoralmente?

Por uma razão: Marina não disputa o poder, mas a notoriedade.

Não disputa o poder pelas razões que ao início se apontou: o de não ter um projeto de país, nem mesmo um projeto para o país.

Isso quer dizer que ela não tem representação social ou que não possa ou não deva concorrer a Presidência?

Não, absolutamente.

Marina representa uma parcela da elite brasileira que não consegue pensar além de seu próprio umbigo, que se sabe uma minoria e gosta disso.

Uma versão cult da “gente diferenciada”, que tem um “projeto social” tao vago e tolo quanto aquelas moças que diziam sonhar em ser “modelo-manequim”. E que tem vergonha de ser tucana, para não parecer o que é: direita.

Náo tenha dúvida, caro amigo e cara amiga. Em colégios eleitorais como aqueles da foto das bruxas de Blair, dava Marina fácil.

Ela era, ali, uma espécie de bibelô bem arranjado, uma “bonne sauvage” educada, com seus lenços “style” à guisa de penachos. Um exotismo divertido.

Voto popular, mesmo, só entre os evangélicos.

Mas Marina era – e ainda pode ser – útil como candidata.

Desvia parcela da classe média que, com nariz torcido e resmungos, acabaria ficando com o povão e a política real e, com isso,  facilita o único que a direita pode, neste momento, almejar: ir para o segundo turno.

Essa é a encruzilhada onde ela está.

Se for candidata por outro partido, depois de negar a todos, terá de despir os véus do “diferente”, se entregando a um arranjo eleitoral que, quando no Partido Verde, não era tão perceptível, embora fosse real e sua saída do PV, passadas as eleições, só o confirmou.

Se nao for candidata, numa eleição já desde o início plebiscitária, teria de ser força de apoio – o que dificilmente sua vaidade permitiria – ou ausência.

A conversinha de discriminação à Rede não colou, porque Marina enredou-se na própria arrogância e incompetência de não conseguir, objetiva e tempestivamente um apoiamento que, convenhamos, seria irrisório para quem dizia ter a preferência de um quarto do eleitorado brasileiro.

Hoje, mais tarde, saberemos para onde vai Marina.

Ou, afinal, já sabemos: para lugar nenhum além de seu próprio egocentrismo.

Não dá nem para imaginar o que a turma do contra falaria se o que aconteceu nos Estados Unidos tivesse ocorrido aqui no Brasil.
Haveria gente que a esta hora estaria pedindo pena de morte para a presidente Dilma.
Mas essa semiparalisação do governo americano, por causa da falta de um acordo do Congresso para a ampliação do teto da dívida do governo, para US$ 16,7 trilhões, mostra a que ponto chega uma oposição formada por fanáticos, como essa do Partido Republicano: o ponto central da divergência é o projeto do SUS americano, que os republicanos não aceitam e querem que seja adiado por mais um ano.

O fato é que o presidente Barack Obama perdeu muito tempo pensando nos negócios dos Estados Unidos no mundo, como na maneira de derrubar o colega sírio Bashar Al Assad, que se esqueceu que tem, primeiro, de cuidar de sua casa.
O resultado é esse: uma crise monstruosa, que não tem data para terminar e pode ter resultados catastróficos para a economia interna, com reflexos evidentes para a de outros países.
Mas o principal ponto para reflexão é mesmo a causa de toda essa balbúrdia. É impressionante como a sociedade que se diz a mais avançada do mundo, a mais liberal, a democracia mais ampla do planeta, a terra da oportunidade, tenha forjado políticos como esses incríveis republicanos, que bombardeiam a ideia de se criar um sistema público de saúde sob a alegação que ele embute mais impostos.
Não tem muita diferença de certas coisas que a gente ouve ou lê no Brasil.
Aqui, como lá nos Estados Unidos, infelizmente há certo tipo de gente que não aceita de nenhum modo que o seu semelhante possa ser alvo da mais ínfima solidariedade.
Essas pessoas têm sido a desgraça da humanidade.
Por causa desse tipo de pensamento milhões morrem de fome e doença.
E todos se dizem religiosos, seguidores de uma ética que prega o amor ao próximo, todos se mostram preocupados em melhorar a vida dos cidadãos, todos são dedicados única e exclusivamente ao bem-estar público.
Haja hipocrisia!

 

Produto Interno Bruto (PIB) aumentou 0,9% no ano passado, enquanto a renda per capita das famílias cresceu, em média, 7,9%; as famílias mais pobres, em especial, conseguiram evolução na renda maior do que a média, 14%, entre os 10% mais pobres da população; dados são do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)

Carolina Sarres

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A desigualdade de renda registrou queda em 2012, apesar de o desempenho da economia ter sido considerado fraco. O Produto Interno Bruto (PIB) aumentou 0,9% no ano passado, enquanto a renda per capita das famílias cresceu, em média, 7,9%.

As famílias mais pobres, em especial, conseguiram evolução na renda maior do que a média, 14%, entre os 10% mais pobres da população. Os dados são do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), no estudo Duas Décadas de Desigualdade e Pobreza no Brasil Medidas pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgado hoje (1º).

A população extremamente pobre (que vive com menos de US$ 1 dólar por dia) caiu de 7,6 milhões de pessoas para 6,5 milhões. A população pobre (que vive com entre US$ 1 e US$ 2 dólares por dia), de 19,1 milhões de pessoas para 15,7 milhões.

“Três milhões e meio de pessoas saíram da pobreza em 2012 e 1 milhão da extrema pobreza, em um ano em que o PIB cresceu pouco.

Para a pobreza, o fundamental é o que acontece na base – cuja renda cresceu a ritmo chinês. O bolo aumentou com mais fermento para os mais pobres, especialmente para os mais pobres dos pobres”, disse o presidente do Ipea, Marcelo Neri.

Os principais indicadores do crescimento dos rendimentos da população são a posse de bens duráveis – como televisão, fogão, telefone, geladeira e máquina de lavar – e o acesso a serviços públicos essenciais – como energia elétrica, coleta de lixo, esgotamento sanitário e acesso à rede de água.

A ampliação da posse de bens e de acesso a serviços se deve, em grande parte, a dois fatores: o aumento da renda do trabalho e o impacto do Bolsa Família. “Nos últimos dez anos, o protagonista da redução da desigualdade é a renda do trabalho, o coadjuvante principal é o Bolsa Família”, diz o estudo. De acordo com o Ipea, de 2002 a 2012, 54,9% da redução da desigualdade foi devido à contribuição da renda do trabalho. O Bolsa Família contribuiu 12,2% para essa queda.

“O Bolsa Família é um custo de oportunidade social, tem mais impacto sobre a desigualdade do que a Previdência”, informou Neri. A Previdência é o terceiro fator que mais contribui para a redução da desigualdade, 11,4% para os que ganham acima do piso do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e 9,4% para os que ganham um salário mínimo (R$ 678). Se somados os dois grupos, a Previdência tem impacto superior ao do Bolsa Família.

Edição: Beto Coura

Dados da prefeitura revelam que menos da metade do valor arrecadado a título de iluminação pública na capital é repassado à Cemig para custear o serviço

Relatórios da Secretaria Municipal de Finanças da Prefeitura de Belo Horizonte apontam que o município arrecada mais que o dobro do gasto com iluminação pública na capital mineira. A média, conforme dados apurados nos primeiros meses de 2013, chega a ser quase 60% superior ao que é repassado para a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), responsável pelo serviço na cidade.

De janeiro a maio deste ano, foram arrecadados R$ 30.958.897,27 com a Contribuição para o Custeio dos Serviços de Iluminação Pública (CCIP), mas apenas R$ 12.957.696,95 foram destinados à Cemig para custear o serviço. O restante do valor – pouco mais de R$ 18 milhões – ficou com a prefeitura, que não soube explicar o que foi feito com o dinheiro.

Já no ano passado, R$ 78.865.507,04 foram arrecadados com iluminação pública em Belo Horizonte. Se a média for a mesma deste ano, cerca de R$ 45 milhões foram cobrados indevidamente dos consumidores. No entanto, a assessoria de comunicação da PBH informou que a Secretaria de Finanças se recusou a divulgar as informações acerca do tema solicitadas pela reportagem do portal Minas Livre.

Segundo a professora do curso de Engenharia Elétrica da PUC Minas, Maria Ines Lage de Paula, alguns municípios incluem nesta conta o valor gasto com a iluminação de prédios públicos, mas essa prática vai contra uma Resolução 414/2010 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Conforme a agência, há contratos diferentes para as duas modalidades de serviço e a iluminação pública inclui apenas a energia utilizada em ruas, avenidas, estradas, praças, passarelas, monumentos, pontos de ônibus e túneis.

O cálculo da CCIP cobrada na conta de luz dos consumidores é baseado na lei 8.468/02 considerada inconstitucional pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Entretanto, uma medida cautelar permitiu que a lei seja aplicada enquanto não for julgado o mérito do recurso apresentado pelo Executivo e pelo Ministério Público Estadual ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Em suas alegações, o MPE contesta a forma como é feita a cobrança e a considera uma afronta ao princípio jurídico da anterioridade. Isso porque, conforme normas do Direito Tributário, os municípios, estados ou a União não podem cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. Entretanto, no caso da CCIP, o valor cobrado pode aumentar uma vez que é calculado conforme o consumo das famílias.

Conforme a legislação, o valor cobrado na fatura da Cemig é calculado de acordo com o consumo de energia e varia conforme o reajuste da tarifa de iluminação pública B4b definido anualmente pela Aneel. Já no caso de lotes ou terrenos vagos, a tarifa é calculada conforme percentual previsto na lei municipal multiplicado ao valor da tarifa e é cobrado por meio do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU).

“Existe muita chance disso estar descolado do custo real da iluminação pública porque tem vários fatores que interferem no consumo residencial. No mês de janeiro, por exemplo, você pode gastar mais porque estamos no verão, então você liga mais vezes o ventilador, o ar condicionado e toma mais banhos. Consequentemente, isso pode te fazer mudar de faixa na tabela da prefeitura e elevar a cobrança de iluminação pública, sem aumentar a oferta do serviço”, disse Maria Ines.

Segundo o diretor da Associação em Defesa dos Consumidores de Energia Elétrica, Carlos Alberto Almeida, mais conhecido como Gonzaguinha, o município tem que dar explicações à população sobre a cobrança indevida e esclarecer o que foi feito com os recursos arrecadados. “Queremos saber para onde foi destinado esse dinheiro e há quantos anos a prefeitura está arrecadando a mais”.

Além disso, o representante dos consumidores e também diretor do Sindicado dos Eletricitários de Minas Gerais (Sindieletro-MG) falou na possibilidade da acionar a administração municipal na Justiça. “Se a questão não for solucionada, vamos ingressar com uma ação conta a prefeitura para garantir que os consumidores sejam ressarcidos pelo valor cobrado a mais na conta luz”.

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