2013 Junho | Luis Antonio 13



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Vereador - Luis Antônio
Acontecendo


Arquivo do mês: Junho 2013

 

Com essa confusão toda, nós estamos até esquecendo de alguns acusados de corrupção e alguns até já condenados.  O ex- Senador DEMóstenes Torres – ex-DEM – GO – grande amigo do Aécio Neves, que arrumou uma boquinha lá no governo de Minas para uma parenta dele, grande amigo de José Serra, que pensou até em fazer chapa tendo ele como seu candidato a VICE-PRESIDENTE, grande amigo do Roberto Freire, grande, MUITO GRANDE amigo do Ronaldo Caiado e do Agripino Maia, GRAAANNNDEEE AMIGO do …aquele jornalista, redator chefe da Revista Veja, ooooo…ninguém fala mais nele, ele sumiu, eu esqueci o nome dele, éééé, ah ! lembrei, POLICARPO JR. Bem, o arauto da honestidade oposicionista foi, junto com o EMPRESÁRIO, bem entendido, EMPRESÁRIO, Carlos Cachoeira, denunciado pelo MP de GOIÁS. O Governador de Goiás, MARCONI PERILLO – PSDB, deve estar muito, muito triste, e preocupado.Repórter da Agência BrasilBrasília – O ex-senador Demóstenes Torres foi denunciado hoje (24) na Justiça de Goiás pela prática de oito crimes de corrupção passiva e pelo crime de advocacia administrativa. O Ministério Público de Goiás (MP-GO) também denunciou o bicheiro Carlinhos Cachoeira e o ex-diretor da Delta Construções Cláudio Abreu por corrupção ativa.As denúncias resultaram da participação do ex-senador nos episódios relativos às operações Vegas e Monte Carlo, que apuraram esquema de corrupção e exploração ilegal de jogos em Goiás e no Distrito Federal. Primeiramente, o material relativo a Demóstenes foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), mas com o afastamento dele do cargo político e a perda da prerrogativa de foro, os autos foram encaminhados à Justiça goiana.Uma equipe de oito promotores escalados para analisar as provas concluiu que no período entre junho de 2009 a fevereiro de 2012 o então senador Demóstenes Torres recebeu quantias em dinheiro que superam R$ 5 milhões, além de viagens em aviões particulares, garrafas de bebida de alto valor e eletrodomésticos de luxo.O grupo também identificou que Demóstenes participou ativamente da negociação de interesses da Delta Construções na prefeitura de Anápolis (GO) em julho de 2011. Não há indício de que o prefeito tenha aceitado o valor oferecido.O MP-GO também pediu a suspensão cautelar de Demóstenes do cargo de procurador de Justiça do estado. Ele está afastado provisoriamente do cargo por decisão administrativa do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

Edição: Fábio MassalliTodo

O conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir o material é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil

 

Como de costume, a imprensa quando deseja formular acusação ou denúncia contra o governo, não tendo dados e base para fazer isso de forma correta, usa de artifícios para confundir o leitor e o cidadão. Em todos os países do mundo, e no  Brasil não é diferente, existem os incentivos fiscais e as isenções de impostos, além de financiamentos específicos, com taxas diferenciadas através de Bancos oficiais.No BRASIL, para a Copa das Confederações – Copa do Mundo e Olimpíadas, esses recursos, que NÃO SAÍRAM DO ORÇAMENTO GERAL DA UNIÃO, serão devolvidos ao BNDES com correção e juros contratados, e chegarão, aí sim, aos cofres da UNIÃO, em termos de impostos, grande parte dele provenientes do TURISMO, compensando o que lá atrás deixou de entrar (não saiu) em forma de isenção. 

 

É assim que, a roda da economia gira, cria empregos, atrai investimentos. É assim, em todo o mundo, que se gera renda, constrói infra-estrutura e fomenta desenvolvimento. Ainda que sejam pertinentes as críticas quanto ao custo de algumas das ARENAS, a pouca transparência dos contratos e aditivos, e, as concessões, como a do MARACANÃ por exemplo, e que se possa dizer com razão, que SAÚDE E EDUCAÇÃO precisam ser melhoradas, não encontra respaldo na VERDADE DOS FATOS o confronto entre OBRAS DA COPA X HOSPITAIS E ESCOLAS. Essa premissa é falsa, fruto da desinformação ou deformação, que nossa imprensa insiste em veicular. 

NOTA DO GOVERNO NO BLOG DO PLANALTO

Domingo, 23 de junho de 2013 às 16:03 (Última atualização: 23/06/2013 às 16:10:41)

Nota à imprensa: esclarecimentos sobre investimentos do governo federal para a Copa do Mundo

A matéria veiculada pelo Portal UOL na manhã deste domingo (23), assinada por Rodrigo Mattos e Vinicius Konchinski, distorce informações, faz relações incorretas e induz o leitor a uma interpretação errada dos fatos. Cabe esclarecer o seguinte:

- Não há um centavo do Orçamento da União direcionado à construção ou reforma das arenas para a Copa.

- Há uma linha de empréstimo, via BNDES, com juros e exigência de todas as garantias bancárias, como qualquer outra modalidade de crédito do banco. O teto do valor do empréstimo, para cada arena, é de R$ 400 milhões, estabelecido em 2009, valor que permanece o mesmo até hoje. O BNDES tem taxas de juros específicas para diversas modalidades de obras e projetos. O financiamento das arenas faz parte de uma dessas modalidades.

- Não houve qualquer aporte de recursos do Orçamento da União nos últimos anos para a Terracap (Companhia Imobiliária de Brasília). Portanto, a matéria do UOL está errada. Não há recurso algum do Orçamento da União para a obra de nenhuma das arena, o que inclui o Estádio Nacional Mané Garrincha.

- Isenções fiscais não podem ser consideradas gastos, porque alavancam geração de empregos e desenvolvimento econômico e social, e são destinadas a diversos setores e projetos. Só as obras com as seis arenas concluídas até agora geraram 24.500 empregos diretos, além de milhares de outros indiretos, principalmente na área da construção civil.

- É importante reforçar que todos os investimentos públicos do Governo Federal para a preparação da Copa 2014 são em obras estruturantes que vão melhorar em muito a vida dos moradores das cidades. São obras de mobilidade urbana, portos, aeroportos, segurança pública, energia, telecomunicações e infraestrutura turística.

- A realização de megaeventos representa para o país uma oportunidade para acelerar investimentos em infraestrutura e serviços, melhorando as cidades e a qualidade de vida da população brasileira. Os investimentos fortalecem a imagem do Brasil, de seus produtos no exterior e incrementa o turismo no país, gerando mais empregos e negócios para o povo brasileiro.

Ministério do Esporte

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão

NOTA DO PT SOBRE O TRANSPORTE PÚBLICO

As manifestações realizadas em todo o País comprovam os avanços democráticos conquistados pela população. São manifestações legítimas e as reivindicações e os métodos para expressá-las integram o sistema democrático.

É papel dos partidos, do Congresso e dos Governos em todos os níveis dialogar com estas aspirações.

As transformações promovidas no Brasil nos últimos 10 anos, pelos Governos Lula e Dilma – com a ascensão social de 40 milhões de pessoas, a redução das desigualdades sociais, a geração de mais de 20 milhões de empregados com carteira assinada, o ingresso de milhões de jovens nas universidades, a ampliação de oportunidades para todos, enfim o surgimento de um novo País – colocam na ordem do dia uma nova agenda.

Avançamos e podemos avançar ainda mais. Na área de mobilidade urbana, que agora catalisa manifestações em centenas de cidades, várias conquistas ocorreram em governos do PT, como o Bilhete Único, pelo Governo Marta em São Paulo, que resultou na redução de 30% no custo do sistema. Bilhete este que será agora ampliado pelo prefeito Fernando Haddad, com validade mensal e novos ganhos para os usuários que ainda serão beneficiados com a decisão da abertura de corredores e duplicação de importantes vias de acesso à periferia.

O Governo Dilma, que destinou R$ 33 bilhões para o PAC da Mobilidade Urbana, editou Medida Provisória que zerou as alíquotas de PIS/PASEP e Cofins incidentes sobre as empresas operadoras de transporte coletivo municipal rodoviário, metroviário e ferroviário de passageiros, possibilitando a redução das tarifas.

O PT saúda, pois, as manifestações da juventude e de outros setores sociais que ocupam as ruas em defesa de um transporte público de qualidade e barato.

Estamos certos de que o movimento saberá lidar com atos isolados de vandalismo e violência, de modo que não sirvam de pretexto para tentativas de criminalização por parte da direita. Nesse sentido, repudiamos a violência policial que marcou a repressão aos movimentos em várias praças do País, sobretudo em São Paulo, onde cenas de truculência, inclusive contra jornalistas no exercício da profissão, chocaram o País.

A presença de filiados do PT, com nossas cores e bandeiras neste e em todos os movimentos sociais, tem sido um fator positivo não só para o fortalecimento, mas, inclusive, para impedir que a mídia conservadora e a direita possam influenciar, com suas pautas, as manifestações legítimas.

A insatisfação de parcelas da juventude em relação às instituições e aos partidos políticos revela a necessidade de uma ampla reforma do sistema político e eleitoral em defesa do que vêm se batendo o PT e outras organizações da sociedade.

Do mesmo modo, as manifestações têm mobilizado sua inconformidade contra o tratamento dado pelo mídia conservadora aos movimentos, inclusive pelo fato de, num primeiro momento, ter criticado a passividade da polícia.

Diante das demandas por transporte de melhor qualidade e barato, o Diretório Nacional do PT recomenda aos nossos governos que encontrem uma resposta necessária, que, no curto prazo, reduza as tarifas de transporte e, num médio prazo, em conjunto com os governos estadual e federal e com ampla participação popular, discuta soluções para um novo financiamento público da mobilidade urbana.

A direção do PT conclama a militância a continuar presente e atuante nas manifestações lado a lado com outros partidos e movimentos do campo democrático e popular.

São Paulo, 19 de junho de 2013.

Rui Falcão Presidente Nacional do PT

Deputado federal Vicente Cândido (PT/SP). (Foto: Richard Casas/PT).

Neste sábado o Brasil será palco de abertura da Copa das Confederações e de acordo com o deputado federal, Vicente Cândido (PT/SP) o país tem know how para sediar grandes eventos esportivos.

“O Brasil esta acostumado a organizar grandes eventos como os carnavais do Rio, de Recife e da Bahia, assim como a formula 1 em São Paulo.Ou seja, eu acho que não terá nenhum problema para recepcionar um evento do tamanho da Copa do Mundo,até porque estamos prevendo 600 mil turistas para a Copa do Mundo, e agora na Copa das Confederações, bem menos, e me parece que é número próximos de 20 mil turistas” declarou o petista.

Em relação à questão de segurança pública Cândido ressaltou que apesar da vulnerabilidade que envolve a situação os turistas podem ficar tranqüilos porque o evento terá todo o aparato das formas armadas do país.

“É um problema geral do país e não é só na Copa do Mundo, mas por ser um evento estrangeiro, tem todo um aparato das formas armadas, ou seja, do exército, da marinha e da força nacional, então tem um apoio diferenciado do Governo Federal nesses eventos. Nós tivemos o Panamericano que não teve nenhum problema e eu creio que na Copa das Confederações também não teremos” afirmou o parlamentar.

A partida de abertura do torneio será realizada, exatamente na capital do País, no Estádio Nacional Mané Garrincha e terá início às 16h. A seleção brasileira enfrentará neste primeiro jogo o time do Japão.

(Fabrícia Neves – Portal do PT)


 Fonte: www.pt.org.br

Jornal do Brasil

 Só foi ao jogo quem podia pagar ingresso caro.

A vaia para a presidente Dilma Rousseff na abertura da Copa das Confederações foi dada pela elite de Brasília. Com ingressos custando em média R$ 280 dificilmente o estádio Mané  Garrincha comportaria os eleitores da presidente, na grande maioria de  classe média e classe média-baixa. Uma parcela  conservadora da população de Brasília – responsável pelo apelido de  “Ilha da Fantasia” devido ao seu altíssimo poder aquisitivo – tem  rendimentos muito acima do restante dos brasileiros. As vaiais, no  entanto, não refletem a opinião da ampla maioria da cidade que vê a presidente com respeito e carinho.

Postado por Helio Borba às 19:35

Fonte: http://www.aposentadoinvocado1.blogspot.com.br

Bons tempos eram os de FHC,

não tinha Copa, não tinha Olimpíadas,

não tinha obras nem em dia e nem atrasadas,

não  tinha preocupação social,

não tinha reservas cambiais,

não tinha inflação baixa,

não tinha energia elétrica,

mas tinha a  imprensa protegendo todos os dias e,

por falar em  todos os dias,

tinha o FMI todos os dias dentro do Palácio do Planalto.

Fonte: http://www.aposentadoinvocado1.blogspot.com.br

Em tempos de procurar culpados o Aposentado Invocado tem os seus:
Em primeiríssimo lugar a imprensa brasileira, que ao se transformar em um partido político para desalojar o PT do governo e voltar aos bons tempos de subsídio governamental da era maldita de FHC, passou a omitir as falcatruas dos seus aliados da ‘oposição sem rumo e sem voto’, atacou Lula e Dilma sem trégua, distorceu fatos como o vergonhoso episódio da ‘bolinha de papel’ que quase matou o Trololó, torce contra o próprio país para que as Copas das Confederações e do Mundo fracassem, não mostram os avanços do povo brasileiro e tenta desconstruir tudo que é feito por Dilma Rousseff.
Quer nos impingir seus candidatos vazios como Aécio Neves, cuja grande obra foi ser preso pela polícia por dirigir bêbado e o governador Eduardo Campos que elogiou FHC, após beijar Lula e Dilma como um Judas.
Em segundo lugar, mas não menos importante os políticos brasileiros, cuja atuação visa somente seus interesses particulares e que rouba a nação brasileira com suas exigências salariais e ameaças à presidenta com o único fim de conseguir benesses do Executivo, seja em cargos ou em verbas cujo destino parece ser a propina e o enriquecimento ilícito. Políticos dissociados dos anseios da população e que se transformaram, em seus diversos níveis, os parlamentos em um toma lá, dá cá.
Por último, a Justiça brasileira, lenta, partidária, e, para espanto do país, corrupta e seletiva. O episódio dantesco do ‘Mensalão’ quando foi negado o direito de defesa e acelerado o processo de condenação para que seu epílogo se desse no dia das eleições municipais de 2013, chocou o país. O destempero de ministros do STF de quem se espera sapiência e tranquilidade trouxe o de pior para a Pátria amada e tão vilipendiada. A tentativa de tomar o poder, negando a divisão dos Três Poderes da República, nos deu a impressão que a democracia caiu por terra e se instalou o governo da ‘Baderna’ no Brasil.

Fonte: http://www.aposentadoinvocado1.blogspot.com.br

 

O “DRAMA” da oposição política e da oposição midiática, é saber para qual dos dois, LULA ou DILMA, pretendem perder as eleições em 2014. Quando tinham a impressão de que Lula voltaria candidato, colocaram em prática violenta campanha contra o ex-presidente. Bastou LULA lançar Dilma, dizendo que ela será a candidata do PT em 2014, para que a campanha se voltasse contra  DILMA. Ela que era festejada como a gerente que Lula nunca foi, na opinião do PIG, e que tinha, ainda segundo a MÍDIA partidária, vocação para enfrentar e afastar “corruptos”, passou a ser o alvo dos ataques. Eles diziam que o governo dela é melhor que o dele, agora dizem que o dele foi melhor que o dela. 

 

PERDIDOS e sem propostas, os oposicionistas e meio oposicionistas, torcem por uma tragédia na economia, enquanto isso, a oposição midiática forja essa tragédia e alardeia uma inflação que não existe e um descontrole das contas que parece muito longe de realmente acontecer.

 

A questão é simples. Em quantos países no MUNDO um partido político que está no governo, e sofre as consequências de um mundo mergulhado em grave crise econômica, social e moral, possui DOIS CANDIDATOS, que de forma isolada ou em dupla, possuem amplo favoritismo, aprovação recorde, pessoal e dos seus governo (O que LULA fez e DILMA faz) ?

 

As oposições procuram nesse momento SABER, através dos balões de ensaio que soltam, nas campanhas forjadas ou nas pesquisas de direcionamento duvidoso que fazem, para qual candidato do PT (Lula ou Dilma) vão perder com menor margem de votos em 2014.

 

LEIA AQUI

 

A INDÚSTRIA SOBE

PESQUISA CNT – DILMA VENCERIA NO PRIMEIRO TURNO

SATISFAÇÃO COM O GOVERNO DILMA – 73,3%

CNT: aprovação do governo Dilma é de 54,2%

A avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff está em 54,2%, segundo pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) em parceria com a MDA Pesquisa. O levantamento havia sido realizado pela última vez em julho de 2012, quando chegou a 56,6%. Neste ano, foram ouvidas 2.010 pessoas em 20 estados. A a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

 

Quando o cenário mede a aprovação pessoal de Dilma, 73,7% dos entrevistados aprovam o desempenho da presidente da República, enquanto 20,4% desaprovam. A satisfação do eleitorado com Dilma Rousseff era de 75,7% no ano passado. À época, os eleitores que desaprovavam a presidente somavam 17,3%.

 

A CNT afirma que, a partir desta pesquisa, resultados serão divulgados bimestralmente. Por essa razão, o instituto de pesquisa afirma que é difícil fazer uma comparação de cenários. 

 

Fonte: http://www.007bondeblog.blogspot.com.br

Caros amigos,

Em poucos dias, os líderes mundiais vão decidir se tapam ou não um buraco de 1 trilhão de dólares anuais em evasão de impostos por parte de grandes empresas — dinheiro suficiente para acabar com a pobreza, colocar crianças na escola e duplicar o investimento em tecnologias verdes. Um acordo está quase fechado, mas a pressão do lobby contrário sobre Obama e o primeiro-ministro canadense, Stephen Harper, é grande. Eles estão em cima do muro! Vamos pressioná-los para acabar com essa corrupção e este assalto aos nossos cofres:

Neste final de semana, os governos do mundo vão discutir sobre a possibilidade de tapar um buraco gigantesco de 1 trilhão de dólares anuais em evasão de impostos por grandes empresas. É dinheiro suficiente para acabar com a pobreza, colocar todas as crianças do mundo em escolas e duplicar os investimentos em tecnologias verdes! A maioria dos governos quer que as multinacionais poderosas paguem estes impostos, mas os EUA e o Canadá estão em cima do muro. Para conseguirmos um acordo, precisamos garantir que eles sintam a nossa pressão.

1 trilhão de dólares é mais do que todos os países do mundo gastam com forças armadas. É um valor maior que o orçamento de 176 nações. São 1.000 dólares para cada família que habita neste planeta. E, acreditem ou não, é a quantidade de dinheiro que as maiores empresas e as pessoas mais ricas do mundo sonegam anualmente.

Não há o que discutir! Para aumentar nossas finanças públicas em uma era de cortes dolorosos e dívidas, tudo o que precisamos fazer é garantir que todos paguem seus devidos impostos. Mas grandes empresas dos EUA estão fazendo um forte lobby para proteger suas práticas suspeitas. Uma enorme campanha pública vai ajudar a identificar e responsabilizar Obama e Harper, primeiro ministro canadense, que consideram se aliar com a corrupção ao invés de dar esse gigante passo para o avanço do planeta. Vamos unir 1 milhão de vozes — então a Avaaz entregará nosso apelo aos líderes de governo e à imprensa presente no local das negociações:

http://www.avaaz.org/po/g8_tax_havens_p/?bAxHkeb&v=25609

A Apple, uma das empresas mais ricas do mundo, pagou basicamente 0 de imposto, dos 78 bilhões de dólares que eles ganharam nos últimos anos, por meio da criação de empresas de fachada em países com uma carga de imposto leve e enviando os lucros para o exterior. Esse tipo de sonegação de impostos em escala global dá às firmas multinacionais uma grande vantagem sobre as empresas nacionais. Isso é ruim para a saúde do mercado econômico, para a democracia e para a estabilidade financeira mundial.

Mas, em questão de dias, os governos vão considerar um plano que poderá tornar mais difícil para empresas e indivíduos sonegarem impostos usando paraísos fiscais ou “abrigos fiscais”, onde a carga de impostos é mais baixa. O plano exigiria que países compartilhassem informações para expor onde o dinheiro está escondido e que as empresas “falsas” revelassem quem realmente está por trás delas. Se as negociações correrem bem nesta semana, o G8 pode chegar a um acordo sobre o tema até o final do mês.

Em tempos difíceis, quando governos de todas as partes do mundo estão cortando os gastos com prioridades sociais vitais, é bastante revoltante que os mais ricos tenham passe livre para não pagar os seus impostos. (Ainda mais quando os tempos difíceis foram causados por enormes repasses financeiros para resgatar os bancos, cujos donos são essas mesmas pessoas que sonegam impostos). Os governos finalmente estão levando a sério a opção de tapar esses buracos existentes em nossas finanças, mas os EUA e o Canadá estão caindo nas mãos dos poderosos lobistas do mundo dos negócios.

Uma petição pública com uma cobertura gigante da mídia vai ajudar a dar destaque aos países que estão bloqueando o acordo, e transformar isso em uma questão política para Obama e Harper. Um forte clamor de pessoas de todos os cantos do mundo em busca de melhores condições de vida em nosso planeta, ao invés da manutenção de brechas de corrupção, também vai ajudar estes líderes a consultar suas consciências e chegar ao bom senso. Não podemos deixar que os lobistas nos derrotem! Vamos chamar a atenção da opinião pública para essa decisão que pode mudar o rumo do nosso planeta:

http://www.avaaz.org/po/g8_tax_havens_p/?bAxHkeb&v=25609

Todas as semanas, nossa comunidade se esforça e, com frequência, obtém a vitória em muitas das lutas pelos direitos humanos, democracia, conservação do meio ambiente e muito mais. Mas algumas das decisões têm o poder de afetar milhares de causas de uma única só vez, muitas vezes impedindo que os problemas sequer cheguem a existir. 1 trilhão de dólares por ano em investimentos públicos faria uma diferença gigante nas vidas de crianças, vidas que podem ser salvas, a paz que pode ser construída, e ecossistemas que podem ser protegidos. E não para por aí! Por todas as lutas que podemos evitar, precisamos vencer esta.

Com esperança e determinação,

Alex, Jeremy, Christoph, Marie, Ian, David, Paul, Ricken e toda a equipe da Avaaz

PS – Muitas das campanhas da Avaaz foram iniciadas pelos membros de nossa comunidade! Inicie sua própria campanha sobre qualquer questão – local, nacional ou global – e obtenha a vitória: http://www.avaaz.org/po/petition/start_a_petition/?bgMYedb&v=25479

MAIS INFORMAÇÕES:

Apple usou brechas para pagar menos imposto, afirma Senado dos EUA (Folha de S. Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/05/1282150-apple-usou-brechas-para-pagar-menos-imposto-afirma-senado-dos-eua.shtml

A vida secreta de cem grandes empresas nos paraísos fiscais (Opera Mundi)
http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/29010/a+vida+secreta+de+cem+grandes+empresas+nos+paraisos+fiscais.shtml

“Luta contra a evasão fiscal é a maneira mais fácil” de combater a austeridade (Público)
http://www.publico.pt/economia/noticia/a-luta-contra-a-evasao-fiscal-e-a-maneira-mais-facil-de-reunir-verbas-como-alternativa-a-austeridade-1595508

Começa a guerra contra a evasão fiscal das grandes empresas (The Independent)
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-premie-britanico-anuncia-sua-batalha-contra-a-sonegacao-das-grandes-empresas/

Cameron pede cooperação a líderes de paraísos fiscais (AFP)
http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2013/05/20/interna_internacional,390810/cameron-pede-cooperacao-a-lideres-de-paraisos-fiscais.shtml

Gastos com as forças armadas no mundo (em inglês) (Economist)
http://www.economist.com/blogs/graphicdetail/2013/04/daily-chart-9

            

As mulheres e o exercício do poder  

Escrito por
Gleidy Braga


Por Gleidy Braga – Superintendente da Mulher, Direitos Humanos e Equidade do município de Palmas.

“Agressivas, duras, insensíveis, intransigentes”, estes são alguns dos adjetivos constantemente associados às mulheres que ocupam espaços de decisão e de poder. Em recente entrevista a um veículo da imprensa brasileira, a diretora de operações do facebook, Sheryl Sandberg, a executiva mais poderosa do setor de tecnologia da empresa, definiu este contexto da seguinte forma, “nós não nos sentimos confortáveis com mulheres no poder. Nosso estereótipo diz que mulheres devem nutrir, ajudar, cuidar dos outros, enquanto os homens devem ser poderosos”. Tal afirmação, nos leva a questionar o porque causamos tanto incômodo nos espaços de poder. Seria este espaço um espaço pré-determinado aos homens? Não! Trata-se das relações desiguais de poder entre homens e mulheres na sociedade.

A relação da presidenta Dilma no comando da nação é um bom exemplo de como se dão as relações de gênero no exercício do poder. Não é raro acompanharmos, nos noticiários, os dirigentes de partidos políticos, mandatários, principalmente da oposição, adjetivar a Presidenta de “autoritária e intransigente” na articulação das agendas que são importantes para o país junto ao Congresso Nacional. A estratégia é simples: Se não se pode desqualificar a sua competência enquanto gestora, aprovada pela maioria dos brasileiros, vamos criticá-la na forma, rotulá-la de adjetivos que reforçam no imaginário social o discurso de que o exercício do poder não é tarefa para as mulheres, pois são elas naturalmente despreparadas para comandar.

O impressionante é que ainda sobra espaço nesta agenda para os críticos se ocuparem com o tom de cabelo, a cor das roupas, da maquiagem e do sapato que a presidenta utiliza nas suas agendas oficiais. Críticas que se estendem a todas as ministras de seu governo, principalmente para aquelas que comandam e auxiliam a Presidenta na articulação política, senadora Gleisi Hoffmann, Ministra da Casa Civil, e ex-senadora, Ideli Salvatti, Ministra das Relações Institucionais. Não é raro acompanhar a cobrança quanto ao tom das ministras, que são comparadas a “tratores”, termo comumente utilizado no meio político para identificar aqueles/as que não possuem o tom conciliador na resolução dos problemas.

O Ambiente político é o espaço para divergência de idéias e de constante negociação na busca de um consenso em torno da proposta que melhor represente os interesses da coletividade. Esperar que a Presidenta e suas auxiliares hajam segundo o estereótipo de mulher doce e angelical, em um ambiente bastante masculino, é apenas uma tentativa velada de desqualificá-las enquanto representantes legais do povo brasileiro.

O discurso sexista evidencia que as mulheres que assumem uma posição de comando no Brasil ainda têm um longo caminho a percorrer. Esta não é uma tarefa fácil, afinal, nós estamos falando de valores que, há milênios, subordinam as mulheres a uma condição de desigualdade e que têm reflexos nos dias de hoje, seja na esfera pública, seja na esfera privada.

As mulheres que ocupam estes espaços de decisão devem encarar tal situação como desafio a ser superado e denunciado, até que todos, mulheres e homens, possam ser avaliados pela sua competência na capacidade de resolver demandas que sejam de interesse da maioria, da coletividade. O incômodo daqueles que não aceitam mulheres em cargos de direção, deve servir de ânimo para continuarmos a luta pela igualdade de gênero, afinal, se no dicionário machista agressividade e dureza se confundem com competência e zelo com a coisa pública, que sejamos duronas e agressivas, até que o poder não seja um privilégio e sim um direito de todas e todos.

Deputado diz que foi excluído do PSDB e que governo proibiu liberação de emendas dele e de seus colegas Marcelo Lelis e Luana Ribeiro

Cleber Toledo Da Redação

Acabou em definitivo o relacionamento do deputado estadual Freire Júnior (PSDB) com o governo Siqueira Campos (PSDB). Ele se disse excluído da nova executiva estadual do PSDB, sua assessoria teria ouvido do sub-secretário de Relações Institucionais, Nelson Torezani, que emendas dele e dos deputados estaduais Marcelo Lelis (PV) e Luana Ribeiro (PR) estão com liberação de emendas vetada; e, na sua avaliação, a administração Siqueira Campos “acabou”. “O Siqueira foi a maior decepção da minha vida, e o Eduardo Siqueira está perdido, com o baú de política fechado e só com o baú de maldades e perversidades aberto”, atacou Freire.
O deputado afirmou que a validade da comissão provisória do PSDB venceria no dia 30 de maio. Freire ensaiava sua candidatura a presidente da legenda, quando foi surpreendido semana passada com a informação de que a comissão foi substituída pela Executiva Nacional com data de 30 de abril e que ele estava fora. O empresário Ernani Siqueira foi mantido na presidência. “Isso me deixa livre para escolher um novo partido, porque houve uma grave discriminação contra mim, e a legislação sobre fidelidade partidária me permite, nesse caso, deixar o partido”, afirmou.

Foto: Assembleia

“O governo acabou e não dá mais tempo de deslanchar. E não tem uma obra pelo Estado”

Segundo Freire, esse episódio mostrou que o PSDB não cumpre o próprio estatuto. “Mudaram a comissão a seu bel-prazer, e foram tão cínicos que tiraram o Siqueira e colocaram o Alex [Siqueira Campos] para não dizer que só tiraram o Freire”, disse o parlamentar, que contou ter sido substituído na comissão pelo deputado Carlão da Saneatins.
Freire afirmou que tem convites de vários partidos, inclusive do PMDB, do qual ele e seu pai, o ex-deputado federal José dos Santos Freire, são membros históricos. “Me sinto desmotivado para continuar no PSDB”, admitiu o parlamentar.
Emendas vetadas O deputado disse que foi procurado pelo prefeito de Fortaleza do Tabocão, Flávio Soares (PSD), e o enviou, com seu chefe de gabinete ao sub-secretário de Relações Institucionais, Nelson Torezani, porque tinha uma emenda de R$ 40 mil para a Festa do Bonfim da cidade. Conforme Freire, o prefeito e seu chefe de Gabinete ouviram de Torezani que as emendas do deputado e de seus colegas Luana Ribeiro e Marcelo Lelis não poderiam ser liberadas. “Entre as emendas empenhadas para Tabocão, só poderiam liberar as dos deputados Stalin Bucar [PR] e Vilmar do Detran [PMDB]“, disse Freire. “São os deputados que estiveram no palanque dos adversários em 2010, quando eu, Luana e o Lelis estivemos no palanque dele [Siqueira].”
O parlamentar afirmou que entrará na semana que vem com uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) instituindo no Tocantins o orçamento impositivo. “Para que o Executivo realmente cumpra seu papel, que é executar o orçamento, e vamos fazer isso sem engessar o governo em relação às incertezas da economia e à dependência que tem dos recursos da União”, disse.
Para ele, “emendas parlamentares não se discute, se cumpre”. O deputado ainda contou que estuda com seus advogados uma ação na Justiça para obrigar o governo a cumprir as emendas empenhadas. .” __________________________________________
O Siqueira que tomou posse foi outro, foi o mesmo ditador que combati no passado. Sem educação, tratando mau as pessoas, discricionário” __________________________________________
Jogo bruto Freire rebateu declarações do secretário de Relações Institucionais, Eduardo Siqueira Campos, de que usa os mesmos critérios do governo federal para liberar as emendas. “Não é verdade. Aqui o critério é o da retaliação a quem critica. Critiquei o governo, mas nunca votei contra. Votei até mesmo a favor da reforma administrativa mixuruca, tímida que não trouxe nenhuma economia aos cofres públicos”, disse.
Para ele, o governo federal libera emendas com prioridade para os parlamentares de sua base, mas também não deixa de atender a oposição. “A relação é cordial, republicana, aqui é ditadura, com trator de esteira para cima para quebrar tudo. O jogo é bruto”, criticou.
Sem oposição Ele disse que esses fatos mudam a partir de agora sua postura na Assembleia Legislativa. “Não faço mais parte da base do governo, com quem estou rompido, e não me considero oposição porque o Estado não tem oposição. A oposição está acéfala”, avaliou. “É inevitável que tenha alguém que conduza, porque senão fica todo mundo batendo chifre.”
Segundo Freire, o PT não ocupa este espaço e o ex-governador Marcelo Miranda (PMDB), que o deputado disse que lidera as pesquisas para o governo, não tem conseguido aglutinar até por conta das divergências internas vividas pelo PMDB. Ainda conforme o parlamentar, o senador João Ribeiro (PR) também não tem conseguido encabeçar o processo porque enfrenta problemas de saúde, e a senadora Kátia Abreu (PSD) “está umbilicalmente ligada ao governo”. “O deputado Eduardo Gomes [PSDB], um grande articulador, deixou Brasília para ser secretário de Esportes, depois de ter sido secretário-geral da Câmara; não há um deputado estadual de expressão e o deputado Júnior Coimbra [PSDB] teve que se aproximar do governo para segurar sua situação por causa das contas desaprovadas pelo TCE [Tribunal de Contas do Estado]“, avaliou Freire.
Governo acabou O deputado avaliou que o governo Siqueira Campos “está perdido e vive numa arrogância”. “O governo se perdeu nas ações, no planejamento. Para se ter ideia, não consegue licitar os convênios de obras que já têm recursos garantidos desde 2011, autorizados pelo Senado e disponíveis na Secretaria do Tesouro Nacional”, criticou. “O governo está enrolado nos cabelos das pernas.”
Para ele, no primeiro ano de gestão, em 2011, houve um bom planejamento, mas “depois se perdeu”. “O Planejamento tem bons quadros, nomes fantásticos, como do secretário e ex-ministro Flávio Peixoto, mas ele está amarrado de pés e mãos, sem nenhuma autonomia.”
Freire defendeu que “o governo acabou e não dá mais tempo de deslanchar”.”E não tem uma obra pelo Estado, e agora vai piorar porque estamos em junho e no ano que vem, por ser eleitoral, há restrições da legislação para assinar convênios e liberar convênios”, avisou.
Conforme o deputado, “não há convênios com os municípios”. “Os prefeitos estão todos insatisfeitos, é só reclamação em nosso gabinete, porque o governo não se relaciona com as pessoas, não recebe prefeitos, nem parlamentares”, atacou. “Os prefeitos só tomam chá de cadeira de horas e mandam voltar no dia seguinte. Vivemos o caos.”
Eduardo não é candidato Freire Júnior avaliou que o secretário Eduardo Siqueira Campos, com quem disse não falar desde agosto do ano passado, não será candidato a governador em 2014. “O Eduardo é inelegível, ainda que seu pai renuncie, isso está no parágrafo 7º do artigo 14 da Constituição Federal, que fala que parentes consanguíneos até o segundo grau não podem ser candidato. Aí querem comparar com a história da Rosinha e do Garotinho, que não tem nada ver, é outro caso”, disparou.
Contudo, o deputado disse que ainda que Eduardo Siqueira pudesse, ele continuará dizendo que não é “pela forma de fazer política”. “Ele sabe o que é fazer política, e não está fazendo. Ele está com o baú da política fechado, e com o baú da maldade e da perversidade aberto. Ele não faz política, faz maldade”, atacou.
Para o deputado, Eduardo Siqueira Campos “está totalmente perdido”. “Ele não está agindo com seu instinto político e muito menos com sua competência administrativa e de articulação. Ou ele não tem!”, ressaltou.
Sem articulação Freire defendeu ainda que o governo não tem articulação política. “Ao ponto de ter colocado um suplente para ser seu líder porque nenhum outro deputado quis”, disse, numa referência ao deputado Carlão da Saneatins, líder do Palácio na Assembleia. “Quem está fazendo o papel de líder é o [Osires] Damaso, o Amélio [Cayres] e eu, porque o Carlão é uma excelente pessoa, um homem sério, tem uma excelente família, mas é cru, não sabe nada, sequer conhece o Regimento da Casa”, frisou o parlamentar.
Ditador e sem educação Ele afirmou que “se apaixonou” pelo Siqueira em 2005, quando o governador rompeu com seu sucessor, Marcelo Miranda. “Aquele Siqueira, por quem me apaixonei, era obstinado, se manteve firme e sofreu durante o Rced [Recurso contra Expedição de Diploma movido contra Marcelo Miranda]. O Siqueira que tomou posse foi outro, foi o mesmo ditador que combati no passado. Sem educação, tratando mau as pessoas, discricionário. Fui oposição a ele e serei de novo.”

Margem de erro é dois pontos percentuais; CNI encomendou pesquisa. Ficou estável em 56% o índice dos que consideram governo ótimo ou bom.

Débora Santos                                                                                         Do G1, em Brasília

A aprovação pessoal da presidente Dilma Rousseff subiu cinco pontos  percentuais e atingiu 77%, de acordo com pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta  quarta-feira-feira (4). Na pesquisa anterior, de dezembro, o índice dos  eleitores que aprovavam a maneira de Dilma de governar era de 72%.